<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754</id><updated>2012-01-07T00:26:55.129-02:00</updated><category term='E. E. Cummings'/><category term='Frank Stella'/><category term='I Ching'/><category term='reflexões'/><category term='Kseniya Simonova'/><category term='Moacyr Scliar'/><category term='budismo'/><category term='William Ernest Henley'/><category term='desenhos em areia'/><category term='Mama Cass'/><category term='Rudyard Kipling'/><category term='William Shatner'/><category term='quadrinhos'/><category term='música'/><category term='memórias'/><category term='curiosidades'/><category term='Henry Mancini'/><category term='Joseph Cipolla'/><category term='psicologia'/><category term='política'/><category term='Gandhi'/><category term='Nina Paley'/><category term='natal'/><category term='Györgi Ligeti'/><category term='Norman Gimbel'/><category term='vegetarianismo'/><category term='literatura'/><category term='ecologia'/><category term='Amazônia'/><category term='Buda'/><category term='Guilherme de Almeida'/><category term='vídeos'/><category term='escritores'/><category term='dança'/><category term='amigos'/><category term='poesia'/><category term='TV'/><category term='Internet'/><category term='culinária'/><category term='Eric Whitacre'/><category term='animação'/><category term='Mafalda'/><category term='artes plásticas'/><category term='economia'/><category term='Mulher-Maravilha'/><category term='Cosima Dannoritzer'/><category term='religiões'/><category term='Barnett Newmann'/><category term='ponto de vista'/><category term='Cecília Meireles'/><category term='Stéphane Delplace'/><category term='Arvo Pärt'/><category term='Fernanda Furquim'/><category term='Monty Python'/><category term='Elvis Presley'/><title type='text'>Por um outro nome...</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-6417899269375998280</id><published>2011-03-22T22:47:00.012-03:00</published><updated>2011-07-03T02:00:14.006-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='William Shatner'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><title type='text'>Memórias de uma fã</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em 1983, aos 16 anos, estava completamente apaixonada por Jornada nas Estrelas e pelo capitão Kirk. Naqueles tempos pré-Internet, ser nerd não era nada fácil! Uma foto 3x4 em preto e branco do seu artista favorito podia ser um tesouro difícil de encontrar. Grupos de fãs se formavam com o objetivo às vezes único de trocar fotos e reportagens.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pouco tempo depois de nos mudarmos para Porto Alegre, eu e a Fer, minha irmã, já havíamos descoberto quais eram as melhores bancas de revistas, as que tinham revistas estrangeiras com as preciosas fotos que colecionávamos. Mas foi na revista Cláudia mesmo, na coluna de biografias de artistas, que encontramos a mais preciosa de todas as informações daquele tempo: o endereço do fã-clube do William Shatner! E, claro, logo nos mobilizamos pra escrever pra ele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As perguntas que selecionamos com cuidado foram: quais a cor e música preferidas, quais os hobbies, próximos trabalhos, esse tipo de informação extremamente importante e pertinente que todo fã precisa desesperadamente saber sobre seu ídolo. Ao menos em 1983.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu pai ajudou a traduzir para o inglês. Escrevemos em papel de seda, pra não pesar no envelope. Mandamos. E cruzamos os dedos pra receber a resposta. E recebemos!!! Um dia, ao abrirmos a caixa do correio, encontramos um enorme envelope com carimbo dos EUA. Torturamos os vizinhos com nossos gritos de alegria. Mas o melhor ainda estava por vir...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O fã-clube respondeu todas as perguntas, enviou foto autografada, currículo com todos os filmes e a lista de episódios de Jornada com as datas originais de exibição na década de 60 que eu havia pedido. Enviou também material pra ficarmos sócias do fã-clube e recebermos uma newsletter mensal com todas as informações atualizadas sobre o Bill e seu trabalho atual, que era a série policial T. J. Hooker. O preço, em dólares, era até razoável, e minha mãe, após verificar a cotação da moeda americana no jornal, concordou em pagar pra gente. Isto estava começando a ficar incrível!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como mandar o pagamento? Pelo banco, claro, de que outro jeito poderíamos adquirir dólares? Minha mãe foi se informar e voltou com a péssima notícia:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-"Devido à atual crise financeira do Brasil, o banco não estava autorizando o envio de dólares para o exterior, a menos que houvesse parentes estudando por lá."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O êxtase num dia. A mais profunda depressão no dia seguinte! Arrasada, escrevi uma carta explicando tudo às representantes do &lt;i&gt;William Shatner Fellowship&lt;/i&gt;, agradecendo a gentileza e o convite e perguntando se poderíamos escrever de vez em quando pra termos notícias do Bill. Na realidade, nem esperava resposta, era só uma formalidade, pra retribuir a gentileza.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi quando a surpresa nos pegou tão em cheio que, eu juro, fiquei pulando durante uns três dias sem acreditar. Recebemos outra carta do Fellowship, com novas fotos, uma carterinha de sócio em meu nome e uma newsletter. Havia também algumas cartas com envelope brasileiro que caíram no chão quando abrimos o pacote. E uma carta explicando tudo. Resumidamente, a proposta foi a seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- "Recebemos muitas cartas de fãs brasileiros escritas em português. Muitos fãs de L. A. estão dispostos a enviar cópias da newsletter para os fãs brasileiros que quiserem receber. Assim, enquanto as finanças do Brasil continuarem como estão, eles poderão se associar sem mandar dinheiro. Enviaremos uma carta a eles com a proposta. Se concordarem, seguiremos com o plano. Bill concorda &lt;span class="Apple-style-span"&gt;(Bill CONCORDA!!!!)&lt;/span&gt;. Estamos anexando duas cartas pra você traduzir."&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5IntkdzbidM/TYlYeyoovtI/AAAAAAAABBg/uMQNwTagyKw/s1600/DSC00116.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-5IntkdzbidM/TYlYeyoovtI/AAAAAAAABBg/uMQNwTagyKw/s400/DSC00116.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587094098741346002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, basicamente, tornei-me a TRADUTORA E REPRESENTANTE OFICIAL DO WILLIAM SHATNER NO BRASIL !!!!! Ao menos, durante aquela década... Foi muito mais incrível do que eu poderia sonhar!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-n6FwkTy_4mM/TYldmCV8e0I/AAAAAAAABBo/_gKzXg1L5Nk/s1600/DSC00117.JPG"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-n6FwkTy_4mM/TYldmCV8e0I/AAAAAAAABBo/_gKzXg1L5Nk/s320/DSC00117.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587099720775138114" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lá se vão 20 e tantos anos, muita coisa mudou no país e na minha vida. São lembranças de um tempo que eu (lá vem o clichê...) não sabia que era bom. Por que pensei nisto hoje? Porque hoje meu primeiro patrão e grande paixão de adolescência completou 80 anos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Feliz aniversário, Bill!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/JKIUPuv6pQI" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;(vídeo postado no blog Nova Temporada/&lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/"&gt;http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-6417899269375998280?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/6417899269375998280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=6417899269375998280&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6417899269375998280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6417899269375998280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/03/em-1983-aos-16-anos-estava.html' title='Memórias de uma fã'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5IntkdzbidM/TYlYeyoovtI/AAAAAAAABBg/uMQNwTagyKw/s72-c/DSC00116.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-4411463355529507433</id><published>2011-03-05T01:15:00.005-03:00</published><updated>2011-03-05T01:40:43.207-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Kseniya Simonova'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenhos em areia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artes plásticas'/><title type='text'>Arte em areia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-vZ8y2hF1b8I/TXG8-Wzcq1I/AAAAAAAABBY/vg78g-6tTzo/s1600/kseniya_simonova_41.transitoriamente.wp.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 211px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-vZ8y2hF1b8I/TXG8-Wzcq1I/AAAAAAAABBY/vg78g-6tTzo/s320/kseniya_simonova_41.transitoriamente.wp.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580449192748034898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;No Youtube está com data de 2009, mas foi hoje que meu tio Raul mandou o link pro meu pai, que me mostrou dizendo ser "impressionante". Tive que concordar!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Kseniya Simonova participou do concurso "Ukraine's Got Talent", contando, através de desenhos em areia, a história da invasão nazista em seu país e a separação de sua família. A beleza das imagens, e também sua performance, são muito envolventes. Vale a pena conferir!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/518XP8prwZo" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;(fonte da imagem: www.transitoriamente.wordpress.com)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-4411463355529507433?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/4411463355529507433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=4411463355529507433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/4411463355529507433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/4411463355529507433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/03/arte-em-areia.html' title='Arte em areia'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-vZ8y2hF1b8I/TXG8-Wzcq1I/AAAAAAAABBY/vg78g-6tTzo/s72-c/kseniya_simonova_41.transitoriamente.wp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-2047251229501693830</id><published>2011-02-28T23:55:00.006-03:00</published><updated>2011-03-04T02:35:21.022-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Moacyr Scliar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escritores'/><title type='text'>Palavra de Scliar</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;O blog &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/"&gt;Todoprosa&lt;/a&gt; indicou o link para a L&amp;amp;PM Web TV, contendo uma entrevista em vídeo com o escritor Moacyr Scliar, que faleceu neste último dia 27, em Porto Alegre. Há uma versão compactada de 5 minutos e uma outra, completa, com 42 minutos. Filmada há um ano atrás, Scliar conta um pouco de sua vida e sua carreira, de maneira simpática e descontraída. Fica aqui como homenagem a uma personalidade que deixará saudades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;a href="http://www.lpm-webtv.com.br/site/default.asp?Template=../multimidia/layout_exibir.asp&amp;amp;MidiaID=702748&amp;amp;TroncoID=539000&amp;amp;SecaoID=7117"&gt;Entrevista com Moacyr Scliar&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-ziuJ_p7rJoQ/TWxkAJ1ypbI/AAAAAAAABA0/MeghGBs8Lo4/s1600/scliar.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ziuJ_p7rJoQ/TWxkAJ1ypbI/AAAAAAAABA0/MeghGBs8Lo4/s320/scliar.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578943992209515954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;(fonte imagem: Google Images)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-2047251229501693830?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/2047251229501693830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=2047251229501693830&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2047251229501693830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2047251229501693830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/02/palavra-de-scliar.html' title='Palavra de Scliar'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ziuJ_p7rJoQ/TWxkAJ1ypbI/AAAAAAAABA0/MeghGBs8Lo4/s72-c/scliar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-2372343400281550752</id><published>2011-02-14T00:44:00.017-02:00</published><updated>2011-02-15T03:17:25.847-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='E. E. Cummings'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='budismo'/><title type='text'>maggie and milly and molly and may</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-ybwhCgAm7CM/TVixwZChj7I/AAAAAAAABAc/Lmys_oZsYJY/s1600/e.e.cummings0121.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 247px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ybwhCgAm7CM/TVixwZChj7I/AAAAAAAABAc/Lmys_oZsYJY/s320/e.e.cummings0121.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573399983784300466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 19px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;maggie and milly and molly and may&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;went down to the beach to (play one day)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;and maggie discovered a shell that sang&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;so sweetly she couldn't remember her troubles, and&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;milly befriended a stranded star&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;whose rays five languid fingers were;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;and molly was chased by a horrible thing&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;which raced sideways while blowing bubbles: and&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;may came home with a smooth round stone&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;as small as a world and as large as alone.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;For whatever we lose (like a you or a me)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;it's always ourselves we find in the sea&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;E. E. Cummings&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Li pela primeira vez esse poema numa aula de TTT (Teoria e Técnica da Tradução) na PUC, há uns 20 e tantos anos. Entre os vários poemas usados para exemplificar diferenças entre traduções técnicas e literárias, este foi o único que não esqueci. Na verdade, lembrei-me dele em diversas ocasiões, sempre por motivos diferentes. Não traduzimos em aula. Não sou poeta, nem tenho o hábito de ler poesia mas, desta vez, senti vontade de experimentar fazer minha própria versão:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;maggie e milly e molly e may&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;foram à praia um dia (para brincar)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e maggie achou uma concha cantando&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;tão docemente que esqueceu seus problemas, e&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;milly ajudou uma estrela encalhada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;cujos raios eram cinco lânguidos dedos;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e molly fugiu de uma coisa horrível&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;que corria de lado bafejando bolhas: e&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;may carregou uma pedra lisa e redonda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;tão pequena quanto o mundo, tão grande quanto só.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O que quer que percamos (como um eu ou você)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;é sempre nós mesmos que encontramos no mar.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É um belo poema! Pude verificar que é também bastante conhecido e toca as pessoas de muitas maneiras. Para alguns, ele fala do mundo infantil; para outros, o tema seria o universo feminino. Mas, por causa de seu último verso, a interpretação mais comum é psicológica: cada pessoa encontra no mundo aquilo que tem dentro de si mesmo. Ou, cada pessoa escolhe prestar atenção àquilo que mais reflete seus próprios pensamentos. Isto está em harmonia tanto com a psicologia, que diz que projetamos no mundo a nossa personalidade, quanto com o budismo, que diz que criamos o mundo através dos nossos pensamentos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas há também quem diga que o poema fala de diferentes momentos de uma mesma pessoa. E por que não? Não há limite para o número de leituras que podemos fazer dele. Poderia ser lido como as etapas de um processo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Individua%C3%A7%C3%A3o"&gt;individuação&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A arte nos enleva e nos faz esquecer os problemas. Fortalecidos e sensibilizados, enxergamos o sofrimento alheio e queremos ajudar. O contato com a dor nos deixa mais vulneráveis aos nossos temores e fugimos. Mas é somente após conhecermos a nossa &lt;a href="http://mafiadodiva.tripod.com/CJUNG.html"&gt;sombra&lt;/a&gt; que podemos finalmente ser inteiros."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitas pessoas associaram a pedra de May com um símbolo zen (ou do &lt;i&gt;Self&lt;/i&gt;). No início somos a concha, com sua superfície irregular e relativa fragilidade; ela se fragiliza totalmente na fase da estrela-do-mar que está encalhada. O caranguejo já desenvolveu uma couraça (mas é como a couraça da maioria de nós, dura somente por fora). A pedra, redonda e lisa é nosso ser já lapidado, fortalecido, inquebrantável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, é claro que na tradução ficaram de fora todas as maravilhosas rimas internas e aliterações, que não ousei tentar reproduzir. Muitas eu nem havia percebido antes, como &lt;i&gt;troubles/bubbles, chased/sideways&lt;/i&gt; e a aproximação fonética de&lt;i&gt; star/were.&lt;/i&gt;  E notei que o verso da May traz consigo a sílaba OM (&lt;i&gt;home/stone/alone&lt;/i&gt;), mais uma sugestão do zen!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O verso "as small as a world and as large as alone" é, de longe, o mais difícil de traduzir e o mais belo! Fiquei tentada a escrever "tão pequeno quanto um mundo, grande e só como uma onda", para não perder o OM, mas não me senti segura para acrescentar uma palavra inexistente no original. Também remete ao zen. "O mundo é pequeno porque cabe dentro de nós (ou porque não é mais importante que nosso auto-conhecimento); o indivíduo está só porque não precisa de outro que o complete, já se completou, e é grande porque, completo, contém um mundo."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Naturalmente, esta é minha leitura hoje. Voltarei daqui alguns anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eis no youtube algumas obras inspiradas no poema:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um vídeo de animação:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="340" height="195" src="http://www.youtube.com/embed/GU4DLK_3TWo" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma obra para coro:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="340" height="195" src="http://www.youtube.com/embed/PZqeT-E2RlQ" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma canção:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="340" height="195" src="http://www.youtube.com/embed/PIEymIoU8ao" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma canção para soprano e piano:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="340" height="195" src="http://www.youtube.com/embed/Q34aknaBgGo" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um trio de música folk:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="340" height="195" src="http://www.youtube.com/embed/AWZzSnHPf1E" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;(fonte texto: E. E. Cummings Selected Poems; with introduction and commentary by Richard S. Kennedy. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Liveright, New York. 1994. p. 6)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;(fonte imagem:"&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Garamond, serif; font-size: 19px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;harbor at pornic", by e.e. cummings&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Garamond, serif; font-size: 19px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;/www.eecummingsart.com)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/eecummingsart.com%3C/a"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-2372343400281550752?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/2372343400281550752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=2372343400281550752&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2372343400281550752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2372343400281550752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/02/maggie-and-milly-and-molly-and-may.html' title='maggie and milly and molly and may'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ybwhCgAm7CM/TVixwZChj7I/AAAAAAAABAc/Lmys_oZsYJY/s72-c/e.e.cummings0121.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-1443595175272062943</id><published>2011-02-08T23:16:00.009-02:00</published><updated>2011-12-02T02:28:57.555-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monty Python'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher-Maravilha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV'/><title type='text'>Mulher-Maravilha</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;A notícia mais divertida das últimas semanas!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/Aa_xw3CfGek" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Me lembrou estas outras velhinhas aqui:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/bIHF4rVTK4E" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que agora, do lado da lei...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TVHwWaG4kNI/AAAAAAAABAA/jfvt6SrBWrA/s1600/wonder_woman.toy-a-day.bs.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TVHwWaG4kNI/AAAAAAAABAA/jfvt6SrBWrA/s320/wonder_woman.toy-a-day.bs.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571498481789997266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;(fonte imagem: www.toy-a-day.blogspot.com)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-1443595175272062943?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/1443595175272062943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=1443595175272062943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1443595175272062943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1443595175272062943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/02/noticia-mais-divertida-das-ultimas.html' title='Mulher-Maravilha'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Aa_xw3CfGek/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-1682859355831924651</id><published>2011-01-28T21:57:00.011-02:00</published><updated>2011-02-05T02:58:53.887-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>"Não se apresse em acreditar...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;"Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque foi um professor famoso que disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência."&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(Siddartha Gautama, o Buddha)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando abri meu primeiro e-mail, estava bem entusiasmada com a possibilidade de me comunicar com os amigos e familiares de maneira rápida, eficiente e barata. Quase em seguida, embarquei na onda de trocar mensagens positivas, de amizade e também nas mensagens de caráter social do tipo "Denuncie! Olha o que estão fazendo por aí..", etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao enviar um e-mail com este tipo de conteúdo para meu irmão, fiquei surpresa com o fato de que ele não repassou para ninguém! Parecia importante, alertar as pessoas. Ele simplesmente respondeu que:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1. Este tipo de mensagem poderia conter spywares (isto foi há mais de dez anos atrás, e esta história de spyware era novidade pra mim);&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2. Provavelmente era o que os americanos chamam de &lt;i&gt;hoax&lt;/i&gt;, uma pegadinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois é, me convenceu. Desde então, evito repassar mensagens, por mais bonitas ou importantes que me pareçam. Perdeu até a graça. Mas às vezes ainda me arrisco e acabo agindo de acordo com minha consciência, torcendo pra ter feito a coisa certa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A grande&lt;b&gt; vantagem &lt;/b&gt;da Internet é que ela democratiza os meios de comunicação. Todos podem mandar suas mensagens sem passar pelo filtro das empresas (rádios, jornais, emissoras de TV).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A grande &lt;b&gt;desvantagem&lt;/b&gt; da Internet é que ela democratiza os meios de comunicação. Todos podem mandar suas mensagens sem passar pelo filtro das empresas (rádios, jornais, emissoras de TV).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A confiabilidade do que você lê e ouve nela é bem menor do que nos meios oficiais. Mas a comunicação na Internet apenas reflete a maneira como os seres humanos se comunicam. E muitos seres humanos parecem possuir uma tendência a não serem completamente honestos, pelo menos não o tempo todo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não por acaso Buda e outros grandes mestres nos ensinaram a não acreditar imediatamente em tudo o que se ouve, lê ou vê. Preciso deste conselho. Então repasso. Mas não se apressem em aceitá-lo, afinal, eu também posso estar enganada, não?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TUNmmsLxKLI/AAAAAAAAA_I/Tdj85CsJJV4/s1600/menino.andre.aquino12.blog.uol.combr.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 258px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TUNmmsLxKLI/AAAAAAAAA_I/Tdj85CsJJV4/s320/menino.andre.aquino12.blog.uol.combr.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567406379241646258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;(fonte da citação&lt;/i&gt;: &lt;i&gt;www.pensandozen.blogspot.com)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;i&gt;(fonte da imagem: Google images/www.andre.aquino12.blog.uol.com.br&lt;i&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-1682859355831924651?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/1682859355831924651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=1682859355831924651&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1682859355831924651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1682859355831924651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/01/nao-se-apresse-em-acreditar.html' title='&quot;Não se apresse em acreditar...'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TUNmmsLxKLI/AAAAAAAAA_I/Tdj85CsJJV4/s72-c/menino.andre.aquino12.blog.uol.combr.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8948485797817490382</id><published>2011-01-26T04:00:00.015-02:00</published><updated>2011-02-09T00:14:22.446-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cosima Dannoritzer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gandhi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ecologia'/><title type='text'>Obsolescência programada</title><content type='html'>Talvez eu esteja numa fase meio ativista, mas, ao assistir este vídeo postado no &lt;a href="http://www.impromptu.opsblog.org/"&gt;blog Impromptu,&lt;/a&gt; achei que valia a pena passá-lo adiante. O assunto não chega a ser uma novidade completa. Há muito que a gente ouve as pessoas dizerem que "as coisas antigas é que duravam". Este vídeo mostra a história de como isto foi realmente planejado. A idéia surgiu no período da Depressão Econômica e a intenção era promover o crescimento da economia. Porém, de lá pra cá, o objetivo real foi mesmo o de aumentar o consumismo do povo e os lucros dos fabricantes. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora  estamos vivendo um período de maior consciência ecológica e os resíduos do nosso estilo de vida estão se acumulando por todo o planeta, o qual, sendo limitado, já não pode mais comportar o crescimento industrial infinito. Começam a surgir, por toda parte, pessoas dispostas a dar um basta nesta filosofia suicida de produção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O trecho que achei mais interessante foi o do final do documentário, onde se fala da filosofia do "decrescimento da economia"! Faz sentido. Como podemos ficar contentes com o aumento da produção e vendas de carros quando o trânsito está cada vez mais caótico? Como podemos nos alegrar com o aumento de vendas de produtos quando ainda não conseguimos reciclar o suficiente para evitar o acúmulo de lixo nos rios, mares e arredores das cidades? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este é o momento de repensar nossos valores e modo de vida. Não dá para se continuar planejando o mundo com base apenas no lucros. A meta principal deve ser cuidar das necessidades humanas de maneira sustentável e manter o meio ambiente saudável para todos os seres que habitam a Terra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;"Sempre houve o suficiente no mundo para todas as necessidades humanas; nunca haverá o suficiente para a cobiça humana."&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;b&gt;Gandhi&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/XDOLcvuX6XA" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Times, serif; font-weight: normal; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;i&gt;( vídeo postado no blog Impromptu/www.impromptu.opsblog.org)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;i&gt;(fonte da citação: &lt;/i&gt;&lt;i&gt;www.daliedaqui.blogspot.com)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;P.S. O &lt;a href="http://cova-do-urso.blogspot.com/"&gt;blog Cova do Urso&lt;/a&gt; postou links para uma série da BBC sobre o planeta Terra que também merece ser conferida (&lt;a href="http://cova-do-urso.blogspot.com/2011/01/human-planet-bbc.html"&gt;http://cova-do-urso.blogspot.com/2011/01/human-planet-bbc.html&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Times, serif; font-weight: normal; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8948485797817490382?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8948485797817490382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8948485797817490382&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8948485797817490382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8948485797817490382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/01/obsolescencia-programada.html' title='Obsolescência programada'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/XDOLcvuX6XA/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-1770156197711277405</id><published>2011-01-16T02:00:00.005-02:00</published><updated>2011-02-09T00:19:43.301-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amazônia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ecologia'/><title type='text'>Os rios da Amazônia</title><content type='html'>Não  entendo de ecologia, mudanças climáticas etc. e tal, mas sei que não vivemos num mundo compartimentado e, quando há mudanças consideráveis no clima de uma região, estas mudanças por certo afetarão muitos lugares no planeta, senão todo ele. Isto é o que nos dizem os estudiosos do assunto. Se sofremos com enchentes ou estiagens com conseqüências cada vez mais graves, pelo que nos dizem os noticiários, seria no mínimo de se perguntar o quanto disto tudo é "causa natural" e o quanto é conseqüência das mudanças radicais que nós, seres humanos, provocamos em larga escala na natureza. Destruir o habitat natural de pessoas e animais que dependem dos rios da Amazônia para sobreviver já seria terrível o suficiente para que este projeto de barragem sequer fosse elaborado. Mas estamos todos no mesmo planeta. Eventualmente, nossas vidas também serão afetadas. Espero que as pessoas que estão no poder possam começar entender isso! Quando nossos atos prejudicam alguém, todos saem perdendo, incluindo nós mesmos! O oposto também é verdade. Planejar e agir para o bem comum é a única coisa lógica a fazer! E a única coisa sã. O resto, é pura loucura.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/4k0X1bHjf3E" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;(link do vídeo postado no blog Verde Vida Clorofila - Veja matéria completa em &lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.verdevidaclorofila.com/meio-ambiente-desastre-ecologico"&gt;http://www.verdevidaclorofila.com/meio-ambiente-desastre-ecologico&lt;/a&gt;&lt;i&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-1770156197711277405?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/1770156197711277405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=1770156197711277405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1770156197711277405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1770156197711277405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/01/os-rios-da-amazonia.html' title='Os rios da Amazônia'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4k0X1bHjf3E/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-7912766267630819366</id><published>2011-01-05T00:33:00.005-02:00</published><updated>2011-01-05T15:26:05.856-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='culinária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vegetarianismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Vegetariana: ser ou não ser?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sou vegetariana, mas também não faço questão de comer carne. Se fosse escolher, diria sem dúvida que a carne que prefiro é a de frango. De todos os pratos, meu favorito é o frango ensopado ao molho de ervilhas e batatas que minha mãe fazia. Ela chamava de quebra-galho, prato de improviso quando estava sem tempo de pensar em algo mais "elaborado". Eu adorava! E a minha seqüência de prediletos vêm na lista da carne de frango como, por exemplo, canja, que nada mais é do que a versão "caldosa" do frango ensopado com arroz; ou o risoto de frango, outro parente. Strogonoff de frango, que não me parecia interessante, mas aceitei provar por causa de seu ingrediente principal e acabei gostando bastante. E a divina, maravilhosa macarronada ao molho de frango caipira com colorau feita pela Dona Nêga, esposa do capataz da fazenda de um primo do meu pai, em Guaraçaí, sempre que íamos lá. Havia também a torta de frango, os salgadinhos de festa, como coxinha, empada ou risólis de frango, etc..&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando eu era criança, não ouvia ninguém falar de vegetarianismo. Minha professora de yoga na faculdade comentou conosco que não devíamos comer animais que estivessem próximos a nós na linha evolutiva. Ou seja, deveríamos optar por aves e peixes e esquecer a carne dos mamíferos. Por mim, tudo bem, pensei, porque nunca fiz questão de carne vermelha. Mas, ah, eu gostava de carne suína. Um lombinho, bistequinha de porco ou pernil assados com limão, que peninha, deixar de comer. E a feijoada? E a sopa de lentilha sem a lingüicinha calabresa? E o presunto? É ficava difícil...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre disse que, se tivesse que matar o animal pra comer, então não haveria problema. Virava vegetariana, na hora! Mas como nunca foi necessário, continuava com a carne. Até agora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É, até agora porque, sem desistir totalmente, resolvi diminuir o consumo. Se quando criança comíamos carne todos os dias (minha mãe achava que, sem carne, não havia refeição), hoje podem se passar semanas sem que eu prove um pedacinho sequer. E não estou sentindo tanta falta assim. Não acho que seja porque estou me habituando. Ainda sonho com aqueles pratos todos. Mas a carne de hoje já não tem mais o mesmo sabor de antigamente. Já tem uns quantos anos que venho notando isso. Compro a carne, preparo, boto mil temperos e o gostinho bom fica por conta ... dos temperos! A carne mais parece um bagaço de carne, com gosto de quase nada! Deve ser por causa do processamento atual. Pra durar mais, pra vender mais pra lugares mais distantes, sei lá, devem preparar a carne de um jeito que perde toda a graça! Ou então são os malditos hormônios que dão pros bichos ficarem maiores ou sei lá o quê! E que a gente come por tabela, não é mesmo? (o que faz com que a carne seja mais nociva à nossa saúde do que deveria ser).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois é, a ironia das coisas. Fazem tudo isso pra vender mais e a gente (eu, pelo menos) fica cada vez mais com menos vontade de consumir! E assim, sem querer querendo, vou ficando com um cardápio mais vegetariano. Não é que Deus escreve certo por linhas tortas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TSPjPKiSSXI/AAAAAAAAA-c/oCT4LHA2lH4/s1600/Frango%2Bcom%2Bervilhas.fogaodomineiro.bs.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TSPjPKiSSXI/AAAAAAAAA-c/oCT4LHA2lH4/s320/Frango%2Bcom%2Bervilhas.fogaodomineiro.bs.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558536214771026290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;(fonte da imagem: www.fogaodomineiro.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-7912766267630819366?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/7912766267630819366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=7912766267630819366&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7912766267630819366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7912766267630819366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2011/01/vegetariana-ser-ou-nao-ser.html' title='Vegetariana: ser ou não ser?'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TSPjPKiSSXI/AAAAAAAAA-c/oCT4LHA2lH4/s72-c/Frango%2Bcom%2Bervilhas.fogaodomineiro.bs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-5245118966235532946</id><published>2010-12-04T01:00:00.009-02:00</published><updated>2011-02-09T00:20:59.463-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='natal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Elvis Presley'/><title type='text'>Um certo natal...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TPmvV76tiBI/AAAAAAAAA9Y/GvnVhtwhWD0/s1600/elvisworldxmaslp.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TPmvV76tiBI/AAAAAAAAA9Y/GvnVhtwhWD0/s400/elvisworldxmaslp.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5546657207479535634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Num dia perto do natal de 78 ou 79, não me lembro bem, cheguei em casa e encontrei minha mãe com um sorrisão de orelha a orelha. Quando perguntei o que era, disse que havia comprado um disco do Elvis pra mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Quêêê??!!! Minha mãe comprando Elvis pra mim? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, já com medo que ela tivesse comprado algum disco repetido (não havia muitos disponíveis nas lojas), peguei o disco nas mãos e solucionou-se o mistério do sorriso: era um disco de&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt; Natal &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;gravado pelo Elvis. Minha mãe ficava muito feliz quando encontrava um novo disco com músicas natalinas!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não sabia que era comum nos EUA  os artistas todos gravarem suas versões das canções de Natal. Foi uma surpresa e tanto!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ligamos o toca-discos, sentamos na sala, ela na cadeira de balanço, eu no chão ou na poltrona marquesa do lado dela, não lembro bem. Ela, bem feliz por ter me presenteado com um disco de natal que eu certamente iria gostar! Eu, feliz por ganhado de presente da minha mãe um disco do Elvis que ELA iria gostar, sem dúvida! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este será o quinto Natal  sem ela por aqui...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6qmrB1ppLrg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6qmrB1ppLrg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-5245118966235532946?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/5245118966235532946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=5245118966235532946&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/5245118966235532946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/5245118966235532946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/12/um-certo-natal.html' title='Um certo natal...'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TPmvV76tiBI/AAAAAAAAA9Y/GvnVhtwhWD0/s72-c/elvisworldxmaslp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-141027318071261839</id><published>2010-11-30T17:01:00.006-02:00</published><updated>2010-11-30T17:07:07.170-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Pois é....</title><content type='html'>&lt;div&gt;Como já dizia minha mãe:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"O mundo é uma bola quadrada que gira parada em torno de nada."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TPVKTETVyOI/AAAAAAAAAuw/25pVz2VqfXU/s1600/FotoFlexer.planeta%2Bterra.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: left;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; cursor: pointer; width: 279px; height: 261px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TPVKTETVyOI/AAAAAAAAAuw/25pVz2VqfXU/s400/FotoFlexer.planeta%2Bterra.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5545420207609465058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Então, tá!...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-141027318071261839?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/141027318071261839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=141027318071261839&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/141027318071261839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/141027318071261839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/11/pois-e.html' title='Pois é....'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TPVKTETVyOI/AAAAAAAAAuw/25pVz2VqfXU/s72-c/FotoFlexer.planeta%2Bterra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-7789817535997206075</id><published>2010-10-31T16:39:00.015-02:00</published><updated>2010-11-01T12:54:38.144-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gandhi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Eleições</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Todo povo tem o governo que merece. Esta não é uma afirmação cínica. É um fato científico. Nem tanto devido à força do inconsciente coletivo de uma sociedade, que projeta sobre seus representantes suas expectativas e temores (o que explicaria ditaduras e povos conquistados), mas pelo simples motivo de que os governantes saem de dentro da própria sociedade e carregam consigo seus defeitos e qualidades.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cidadão comum "topa tudo por dinheiro"? O seu governante também, ora essa! Maridos e esposas juram honestidade e fidelidade nos seus relacionamentos mas traem e mentem na primeira oportunidade porque "todo mundo faz, só eu vou bancar o Zé Mané"? Pois então, seu governante também pode jurar honestidade e fidelidade (ao povo, aos princípios partidários, etc.) sem nenhuma intenção de cumprir esse juramento, porque ele também não é um  Zé Mané!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Jamais me deixei seduzir por nenhuma ideologia política, talvez porque nunca acreditasse que qualquer uma delas pudesse resolver todos os problemas. Conseqüentemente, nunca me decepcionei com governos que prometeram, prometeram e não cumpriram. Nunca acreditei que cumprissem. Porque para tanto seria necessária uma liderança sólida e espiritualmente desenvolvida, convicta de seus (bons) princípios e que não se deixasse levar pelos "defeitinhos" humanos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;No geral, a raça humana não é muito diferente. O poder corrompe e enlouquece em toda parte. As diferenças de atitude é que dependem da cor local. No Brasil tudo acaba em pizza enquanto que no Japão podem cometer suicídio se forem descobertos fazendo falcatruas, mas a corrupção é a mesma. Por isso, quando Gandhi decidiu lutar pela independência da Índia sua primeira providência foi aumentar o número de horas em que praticava meditação. Ele sabia que tentariam corrompê-lo, pressionando-o para que desistisse de seus objetivos. O Mahatma precisava ser forte para não ser esmagado pelo Império Britânico - e por seu próprio povo, impaciente na espera por resultados rápidos, soluções miraculosas ou apenas fatigados, pois também sofreriam as mesmas pressões. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele foi bem sucedido porque:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- sabia exatamente o que queria fazer;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- sabia exatamente como o faria;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- cultivou e fortaleceu seu caráter e seus princípios;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- buscou o melhor para todos os lados;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- fez política honesta, baseada num desejo verdadeiro de melhorar as condições de vida de seu povo, sem buscar nada para si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quantos, hoje em dia, têm essa força? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os valores de um povo serão os mesmos de seus líderes políticos. Nem todos temos a vocação para ser um Gandhi, embora fosse desejável. Nós, humanos, não somos perfeitos e não há quem não cometa erros. Faz parte da nossa experiência humana. Porém, antes do "cidadão indignado" sair reclamando e protestando, ele poderia dar uma olhada na sua própria "ficha" para ver se ela está mesmo "limpa". A única maneira de se construir um governo mais honesto e eficiente é cada um olhar para dentro de si mesmo e tentar viver sua vida com a maior retidão possível. Qualquer coisa menos que isso, dá nisso!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TM3KavR2l9I/AAAAAAAAAms/aLt6Viekh1M/s1600/Elei%C3%A7%C3%B5es-2010-400x300.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TM3KavR2l9I/AAAAAAAAAms/aLt6Viekh1M/s400/Elei%C3%A7%C3%B5es-2010-400x300.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5534302077824964562" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-7789817535997206075?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/7789817535997206075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=7789817535997206075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7789817535997206075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7789817535997206075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/10/eleicoes.html' title='Eleições'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TM3KavR2l9I/AAAAAAAAAms/aLt6Viekh1M/s72-c/Elei%C3%A7%C3%B5es-2010-400x300.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8062060801758098699</id><published>2010-10-21T14:39:00.011-02:00</published><updated>2011-01-10T22:33:33.725-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nina Paley'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religiões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artes plásticas'/><title type='text'>Genial!</title><content type='html'>Perambulando por blogs, acabei encontrando este vídeo de animação. A autora, Nina Paley, veicula a mensagem de que "todas as obras criativas são feitas a partir do que já foi feito antes". Alguns comentários do canal apontam que o vídeo não mostra necessariamente essa relação, visto que as obras apresentadas pertencem a culturas diferentes que não tinham conhecimento uma da outra; já outros tantos respondem que a história revela que a humanidade se desenvolve com certa "eqüilateralidade" e, portanto, dentro de um contexto "evolucionário", somos todos produtos do que veio anteriormente.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seja como for, esta pequena animação é, naturalmente, uma obra de arte em si mesma e vale a pena dar uma olhada!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jcvd5JZkUXY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jcvd5JZkUXY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;i&gt;(vídeo postado no blog BizarroBlog/www.bizarrocomic.blogspot.com)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8062060801758098699?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8062060801758098699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8062060801758098699&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8062060801758098699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8062060801758098699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/10/perambulando-por-blogs-acabei.html' title='Genial!'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8904388142552762431</id><published>2010-10-16T14:18:00.009-03:00</published><updated>2010-10-21T20:21:25.947-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><title type='text'>Minha Monark</title><content type='html'>Eu tive uma bicicleta Monark, modelo Monareta, quando era criança. Foi  a única bicicleta que eu tive. Era azul-escura, ano 1974, eu acho, e dobrável. Ganhei quando já morava na casa da rua Tiradentes, pra onde nos mudamos no início de 1975. Não tenho nenhuma foto dela, o que me surpreendeu, considerando a importância que teve pra mim por tanto tempo.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira fase foi a "Era Batman" e, naturalmente, minha Monark se transformava no Batmóvel todas as tardes, depois que chegava da escola. Brincávamos em frente de casa, eu e minha irmã e mais as vizinhas, que também estudavam conosco. Não ousávamos ir longe, mas pedalávamos a toda velocidade na nossa calçada e na delas, um caminho que, naquela hora, estava praticamente vazio de pedestres.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Num segundo momento, passou a ser meio de transporte. Foi na época em que começamos a brincar de Susi e Beto na casa da Esther e da Arlene. Elas moravam no fim (ou começo) da nossa rua, mas era longe pra ir a pé. Colocava minhas bonecas numa sacola amarela das Casas Pernambucanas e pendurava no guidão. Basicamente, passávamos o tempo todo brincando de boneca ou de teatrinho. Mas quando isso cansava, saíamos para brincar de mocinho e bandido, pedalando a mil nas ruas desertas, planas e asfaltadas do nosso bairro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aí, já por volta de 78, 79, as bonecas começaram a perder terreno. Me apaixonei por "Jornada nas Estrelas" e a Monark virou "Enterprise", com direito a exibir um "NCC -1701" feito de esparadrapo e que eu nunca mais tirei. Já nesse tempo também estava plenamente estabelecida como meio de transporte. Era divertido ir pra escola de bicicleta. Podia acordar um tantinho mais tarde e chegava em casa mais cedo na hora do almoço. Gostava de variar os caminhos e pedalar olhando as casas de Araçatuba -  fora o fato de não precisar carregar a mochila nas costas... (o modelo tinha bagageiro). Ir pra casa das amigas também se tornou corriqueiro. Moravam perto, então ficava fácil dar uma chegadinha, ficar de prosa no portão, sem nem sequer descer (entre as mil e uma utilidades, a de servir de cadeira de rua) e voltar logo pro jantar. E tinha o pingue-pongue na igreja no fim de semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No início de 1981, quando soube que iríamos nos mudar, planejei passeios pela cidade, a maior parte deles, de bicicleta. Saíamos em caravana, cinco, seis bicicletas. Foi num deles que aconteceu o "acidente" na pracinha: distraídas, acabamos trombando e caindo no chão com tudo - gravadores, máquinas fotográficas e lanches. Memorável!... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sua última missão foi me transportar pro outro lado da cidade, onde ia ter aulas de violão com o Fábio, um dos "violeiros" da turma de juvenis da igreja, no início de 1982. Num dos últimos dias, cheguei à casa dele e o encontrei muito sério,  o noticiário do almoço ligado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- "A Elis Regina morreu" - disse ele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- "Quem?"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- "Elis Regina, não conhece?"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- "Não me lembro..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fiquei ali, assistindo o resto da notícia enquanto ele me olhava com aquela cara de "de que planeta você veio afinal, pra não saber quem é Elis"... (Depois, em casa, me lembrei dela, cantando "Alô, alô, marciano" no "Fantástico", se não me engano. Mas aí já era tarde pra desmanchar a sensação de ser ET...)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Insisti em trazer a bicicleta na mudança, apesar de já ser velha e pesada demais perto dos modelos mais novos. Aquela era a "minha" bicicleta, meu Batmóvel, minha Enterprise, não ia trocar por outra! Mas quando cheguei aqui, percebi que não seria mais a mesma coisa. Não tinha amigos pra visitar. As ruas não eram planas, as distâncias eram bem mais longas, pedalar cansava muito. Fazia um frio terrível durante metade do ano, não queria sair naquele vento gelado. Não sentia vontade de andar sem rumo. Pra escola, eu ia de ônibus mesmo, de onde era bem mais fácil apreciar a beleza das casas. Aposentei a Monark.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante os primeiros anos em Porto Alegre, sonhava freqüentemente que estava caminhando ou pedalando pelas ruas de Araçatuba. Ainda hoje, depois de tanto tempo, volta e meia sinto uma baita saudade destes passeios!...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TLnwDuJERdI/AAAAAAAAAmM/P8iFFUX2H8I/s400/bicicleta.coisas+antigas+254.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528713964290328018" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Minha Monark era parecida com este modelo, mas...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-size: 16px; color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TLnwDwQQeJI/AAAAAAAAAmU/g-fLhNfFz3c/s400/bicicleta+monareta.+100_4669.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528713964857358482" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;... a cor era mais desse tom de azul aí em cima.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8904388142552762431?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8904388142552762431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8904388142552762431&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8904388142552762431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8904388142552762431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/10/minha-monark.html' title='Minha Monark'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TLnwDuJERdI/AAAAAAAAAmM/P8iFFUX2H8I/s72-c/bicicleta.coisas+antigas+254.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-1672271586946021017</id><published>2010-09-08T13:24:00.007-03:00</published><updated>2010-10-21T20:21:07.241-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Stéphane Delplace'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Henry Mancini'/><title type='text'>Pantera em fuga</title><content type='html'>O blog &lt;a href="http://thestar.blogs.com/soundmind/"&gt;Sound Mind&lt;/a&gt; postou  um vídeo do compositor Stéphane Delplace tocando sua versão da Pantera cor-de-rosa. Trata-se de uma fuga composta sobre o famoso tema de Henry Mancini e que faz parte de sua obra "60 prelúdios e Fugas em 30 tonalidades".  Aí está!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HIUYqmY8ShE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HIUYqmY8ShE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-1672271586946021017?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/1672271586946021017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=1672271586946021017&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1672271586946021017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1672271586946021017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/09/pantera-em-fuga.html' title='Pantera em fuga'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-6213757634830765298</id><published>2010-08-08T01:06:00.017-03:00</published><updated>2010-10-14T16:40:31.968-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religiões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Religiões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Nasci de mãe protestante e pai ateu, cresci na igreja metodista e fui educada em escola católica. Portanto, desde cedo convivi com idéias conflitantes sobre religião e espiritualidade, o que me deu a oportunidade de aprender a respeitar diferentes pontos de vista sobre o assunto. Também me estimulou a questionar minhas próprias convicções, a colocá-las à prova, a ampliá-las.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A realidade violenta, caótica e aparentemente injusta em que somos jogados quando chegamos a este mundo faz a crença num Deus amoroso parecer uma noção no mínimo discutível para muita gente. Penso assim muitas vezes eu também. Mas não consigo  extirpar a idéia da existência de uma outra realidade, invisível para nós, mas que ordene os acontecimentos e lhes dê sentido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que descrever  o que acontece do outro lado é muito mais uma questão de fé e de escolha do que de constatação científica, que é o que a sociedade exige hoje em dia para corroborar um pensamento. A verdade é que não se pode provar a existência de Deus e não se pode provar a sua não existência. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Toda "evidência" de um mundo espiritual pode ser estilhaçada com argumentos científicos e isto poderia até ser suficiente para negar este mundo se não fosse por dois pontos que considero relevantes: o primeiro, o de que a própria ciência se contradiz a todo momento, conforme vai evoluindo; segundo, porque toda ciência bem como toda celeuma em torno das crenças religiosas não puderam impedir que os seres humanos continuassem precisando vivenciar sua espiritualidade de todas as maneiras possíveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Respeito quem tenha optado pelo ateísmo por não sentir necessidade de uma "explicação espiritual" do mundo. Mas não posso deixar de me surpreender (e de me entristecer um pouquinho) quando o ateísmo se deve a uma decepção com as igrejas e suas doutrinas porque, para mim, igreja e religião são duas coisas diferentes, embora irmanadas. A igreja é uma instituição humana, feita por pessoas que desejam perpetuar um credo. Religião é o conjunto de idéias acerca do mundo espiritual, que tenta oferecer um guia para uma conduta humana correta neste nosso mundo material. O fato de que as igrejas e seus representantes podem se corromper não deveria colocar em dúvida a verdade de seus ensinamentos, assim como um médico ruim não põe em dúvida a eficiência da medicina. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há quem desista da fé, sentindo-se inseguro porque as religiões estão em constante mutação. Mas elas são apenas uma ponte para o mundo espiritual, tentando unir as duas realidades. Como toda ponte, podem precisar de reparos e restaurações de tempos em tempos; podem sofrer avarias causadas por aqueles que as utilizam ou podem ser totalmente substituídas caso se tornem obsoletas.  Mas estas renovações não invalidam sua função nem determinam a não existência do "lado de lá" - que só poderemos conhecer realmente quando a travessia for concluída.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A evolução das religiões é uma conseqüência da evolução da alma humana. Os próprios conceitos de moral e civilização modernos foram introduzidos nas sociedades através das religiões. O que o ateísmo faz é aceitar estes conceitos e rejeitar sua origem - a realidade espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo bem, entendo que às vezes seja difícil separar dogmas autoritários, oriundos do preconceito e do desejo humano de poder, dos ensinamentos verdadeiramente sábios, que nos elevam enquanto seres humanos. Sobretudo quando estamos totalmente imersos numa doutrina. É preciso ter discernimento, ponderação, cautela. É preciso verificar quais são seus frutos. É preciso aprender a reconhecer sua essência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que a crescente tendência ao ecumenismo, fruto da globalização, é mais uma etapa evolutiva da alma. E o objetivo final talvez nem seja se chegar a uma religião única, pois as pessoas têm necessidades diferentes, mas sim se chegar à coexistência harmoniosa de todas elas. Muitas pontes, cada uma com seu jeito particular de ser, partindo de pontos distintos, mas todas oferecendo um caminho de paz para quem busca um sentido maior para a vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TF42VUJg7OI/AAAAAAAAAks/cP37EB9YOvs/s400/pontes.atuleiros.weblog.com.pt.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502895534507093218" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-6213757634830765298?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/6213757634830765298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=6213757634830765298&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6213757634830765298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6213757634830765298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/08/religioes.html' title='Religiões'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TF42VUJg7OI/AAAAAAAAAks/cP37EB9YOvs/s72-c/pontes.atuleiros.weblog.com.pt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8664694789917258024</id><published>2010-05-29T12:31:00.013-03:00</published><updated>2010-10-21T20:22:20.723-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fernanda Furquim'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV'/><title type='text'>Entrevista com minha mana Fernanda</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha irmã &lt;a href="http://revistatvseries.blogspot.com/"&gt;Fernanda&lt;/a&gt; esteve na TV Cultura participando do programa Login  ao lado de &lt;a href="http://boxdeseries.com.br/site/" style="color: rgb(148, 15, 4); "&gt;Caio Fochetto&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://colunas.tv.globo.com/legendado" style="color: rgb(148, 15, 4); "&gt;Bruno Tapajós&lt;/a&gt;, falando sobre séries de TV. Quem tiver interesse, o programa está disponível online &lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/login/videos/naintegra" style="color: rgb(169, 80, 27); "&gt;aqui&lt;/a&gt; (blocos &lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/login/videos/naintegra/2010-05-28/26876" style="color: rgb(169, 80, 27); "&gt;2&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/login/videos/naintegra/2010-05-28/26877" style="color: rgb(169, 80, 27); "&gt;3&lt;/a&gt;).   Após o programa, foi realizado um batepapo via Internet, que também está disponív&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;el &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/login/videos/youlog/2010-05-28/26963" style="color: rgb(169, 80, 27); "&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TAE2rCnEZPI/AAAAAAAAAgg/B3Jil4leW3U/s320/login.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476718734922245362" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 209px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8664694789917258024?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8664694789917258024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8664694789917258024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8664694789917258024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8664694789917258024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/05/entrevista-com-minha-mana-fernanda.html' title='Entrevista com minha mana Fernanda'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TAE2rCnEZPI/AAAAAAAAAgg/B3Jil4leW3U/s72-c/login.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-7720466819668165271</id><published>2010-05-05T23:04:00.005-03:00</published><updated>2010-10-21T20:23:34.309-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eric Whitacre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Coro virtual</title><content type='html'>Passeando pela Internet me deparei com este vídeo do youtube com a "apresentação" de um coro virtual e quis conferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, a idéia de um coro virtual vai no contrafluxo do que eu considero interessante na música coral, ou seja, o fazer música com outras pessoas. Timbrar vozes, unificar pronúncias, equalizar naipes, a troca de informações entre cantores e regente, a comunicação do coro com o público e o retorno do público para o coro. Claro, isto vale para todo tipo de música feita por mais de um músico,  naturalmente, mas minha experiência neste sentido tem vindo da música coral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, como seria, um coro virtual? Um coro de solistas, literalmente. Cada cantor, sozinho, isolado acusticamente, gravando a sua parte seguindo uma regência previamente gravada, sem ouvir a harmonia resultante - apenas uma trilha guia ao piano. Um regente que rege sem ouvir o resultado final, pensando em sua partitura, mas não endereçando seu gesto para pessoas a sua frente. Elas ainda não estão ali. Ele não as vê. Não sabe como estão acompanhando, se ele precisa enfatizar mais esta ou aquela dinâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o resultado é agradável. Não é minha intenção comentar a peça ou a regência em si mesmas. Gostei de ambas sem considerá-las particularmente especiais. O que me chamou a atenção foi a novidade da proposta. Parece-me que um coro virtual é uma incursão da música coral na chamada música eletrônica. Não o samplear de vozes, que depois serão manipuladas eletronicamente para se criar uma obra musical, porque isto seria música eletrônica, mas não seria música coral, na minha opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um coro. A sonoridade que ouvimos é vocal, mas também eletrônica. Tudo o que o coro e o regente precisam fazer ao vivo, aqui foi pré-gravado e resolvido eletronicamente. A intervenção da tecnologia no resultado das gravações profissionais de música não é nova, já se faz isto tanto na música popular como na erudita há décadas. Mas aqui, todo o processo foi virtual. Não sei se já estão fazendo este tipo de experiência há muito tempo; esta é a primeira que eu ouvi. É diferente. É um outro fazer musical. Com certeza, a resposta emocional do cantor - e do regente - é totalmente diversa. Mas é válido não? Música coral para o século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/D7o7BrlbaDs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/D7o7BrlbaDs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="385" width="640"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-7720466819668165271?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/7720466819668165271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=7720466819668165271&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7720466819668165271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7720466819668165271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/05/coro-virtual.html' title='Coro virtual'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-3359744209744787519</id><published>2010-04-25T21:23:00.008-03:00</published><updated>2010-10-21T20:24:37.943-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Joseph Cipolla'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arvo Pärt'/><title type='text'>Arvo Pärt e Configuration Dance Theatre</title><content type='html'>&lt;div&gt;Entrei no &lt;a href="http://jerridias.blogspot.com/"&gt;blog do meu amigo Jerri &lt;/a&gt;e assisti ao vídeo de dança moderna que ele havia colocado em sua postagem. Lindíssima coreografia de Michael Shannon, ao som de Bach, para a companhia "Configuration Dance Theatre". Procurando por outras, achei esta aqui, também muito bonita, com música de Arvo Pärt, mas por um coreógrafo diferente, Joseph Cipolla.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não conhecia este compositor, mas já tinha ouvido meus colegas músicos falarem dele com interesse. Gostei muito de suas composições - desta e de outras que pude encontrar no Youtube. O título desta peça é "Variations for the Healing of Arinushka". Não encontrei o nome do intérprete.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então fica aí a dica, para compositor e companhia de dança!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ozNIlLyqraM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ozNIlLyqraM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-3359744209744787519?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/3359744209744787519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=3359744209744787519&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/3359744209744787519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/3359744209744787519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/04/arvo-part-e-configuration-dance-theatre.html' title='Arvo Pärt e Configuration Dance Theatre'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-7468023553294311209</id><published>2010-04-21T21:57:00.009-03:00</published><updated>2010-10-14T16:39:31.763-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Máquinas do tempo</title><content type='html'>Não sei se um dia inventaremos máquinas para viajar no tempo. Ou se descobriremos a fórmula de nos transportarmos física e mentalmente para outros momentos vividos por nós ou perdidos na História. Ou talvez apenas a consciência possa se deslocar e visitar telepaticamente o que já passou - ou o que virá (?) ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei apenas que, por enquanto, o melhor meio de revivermos o passado é através de nossos sentidos. Cheiros fazem isso. Um perfume pode trazer de volta lembranças de pessoas, lugares e eventos que estavam escondidos em nosso cérebro. A música também faz isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Araçatuba, eu não tinha rádio FM e não gostava da programação das rádios AM. Quando cheguei em POA, um dos primeiros hábitos que adquiri foi o de escutar as rádios FM e logo fiquei ligada na música pop dos anos oitenta. Até então, eu só ouvia os discos que eu tinha em casa e meus amigos se admiravam porque eu não conhecia "música popular". Minha tendência era ouvir pop estrangeiro  - MPB mesmo eu só fui escutar mais tarde, depois que entrei no coral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele tempo, eu tinha ainda a mania das trilhas sonoras. Não as de verdade. Quer dizer, as de verdade também, eu ouvia muita trilha de filme. Mas refiro-me às trilhas "planejadas". É que eu gostava de ler livros ao som de um determinado disco. Ele ficava tocando e quando terminava, eu colocava de novo, e de novo, e de novo, pelo tempo em que ficasse lendo. Num instante, claro, estavam associados em minha mente e ouvir a música era lembrar da história e vice-versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, como eu ouvia os LPs à exaustão e, quando não eram os discos, era o rádio, a música daquele tempo ficou em mim. E hoje, ouvir qualquer música daquela época, qualquer uma mesmo, mesmo as que eu não gostava muito, dá aquele efeito hipnótico de estar lá de novo. Parece que posso até sentir o cheiro das coisas daquele tempo e, se me concentrar bem,  posso tentar acreditar que ainda estou lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que quando ainda estava lá, eu quisesse realmente estar, porque toda adolescente - e eu não fui exceção -  está sempre preocupada com o futuro, em quando as coisas que ela quer vão acontecer e como vão acontecer. E naquele tempo eu sonhava muito com meu futuro, com tudo que eu queria pra mim, e eram sonhos bem de sonho, quer dizer, nada perfeitamente claro, tudo meio nebuloso, mais sugerido, planos feitos mais de sensações e emoções do que de fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje, agora, eu não posso negar que penso muito em estar lá de novo. Não pra mudar tudo, pois então eu não seria mais eu hoje - e gosto mais de mim hoje do que em qualquer momento anterior da minha vida. Talvez como a Peggy Sue, do filme Peggy Sue, eu apenas voltasse lá outra vez, chorasse muito ao lembrar do que já tive e não tenho mais, mas acabasse fazendo as mesmas coisas de novo, só que um pouquinho diferente. E esse pouquinho diferente faria toda a diferença. Ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei. Mas penso muito nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S8-xZcq4cOI/AAAAAAAAAfI/e3h8X69q054/s1600/musica.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S8-xZcq4cOI/AAAAAAAAAfI/e3h8X69q054/s320/musica.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462779923774599394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-7468023553294311209?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/7468023553294311209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=7468023553294311209&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7468023553294311209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7468023553294311209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2010/04/maquinas-do-tempo.html' title='Máquinas do tempo'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S8-xZcq4cOI/AAAAAAAAAfI/e3h8X69q054/s72-c/musica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8650388198796428572</id><published>2008-04-26T13:11:00.005-03:00</published><updated>2010-10-21T20:25:21.782-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mafalda'/><title type='text'>Mafalda</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/SBNWFL7D7AI/AAAAAAAAAJc/3zHCHpfb52A/s1600-h/1mafalda.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/SBNWFL7D7AI/AAAAAAAAAJc/3zHCHpfb52A/s320/1mafalda.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193589442388159490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tira emprestada do blog da Cah Morandi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8650388198796428572?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8650388198796428572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8650388198796428572&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8650388198796428572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8650388198796428572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/04/mafalda.html' title='Mafalda'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/SBNWFL7D7AI/AAAAAAAAAJc/3zHCHpfb52A/s72-c/1mafalda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-2421044315069085018</id><published>2008-04-21T12:38:00.011-03:00</published><updated>2011-02-14T22:45:18.635-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Norman Gimbel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mama Cass'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Different</title><content type='html'>Eu assisti "Pufnstuf - A Flauta Encantada" no cinema, na sessão infantil de domingo do Cine Pedutti. Depois disso, assistimos várias vezes, eu e minha irmã, sempre que passava na TV. O filme era dublado, as músicas não. Eu não entendia nada das letras, mas adorava a trilha sonora. Mais tarde, já em Porto Alegre, pudemos revê-lo, pois fazia parte da programação da TV2 Guaíba. Meu inglês já dava pra entender alguma coisa e essa canção me parecia ser algo como "a canção do patinho feio", pois falava em ser diferente, ser sozinho, mas que depois você encontraria outros como você. Parecia lógico, em se tratando de um filme para crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei nesta segunda com a música na cabeça e fui atrás dela no YouTube. Dei-me conta de que meu inglês me permitiu entender toda a letra, pela primeira vez realmente! Ainda acho que tem muito de patinho feio nela. Contudo, tendo sido composta no auge dos movimentos de contracultura nascidos nos anos 60, um pouco daquelas (muitas) reivindicações de cunho social  com certeza estavam passando na cabeça do letrista. É possível ouvir os ecos de "lute por suas idéias, mesmo que seja difícil" ou "juntos somos muito mais que dois". Quase todo filme dos anos 60 e início de 70 menciona com maior ou menor ênfase o movimento hippie e este filme não é exceção.  Mas como (sabiamente) a letra da canção não se prende a nada de específico, não perdeu sua atualidade, sua universalidade e pode ser entendida de muitas maneiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que, ouvindo hoje, eu pensei mesmo foi na busca pelo auto-conhecimento, no nosso amadurecimento emocional e social. Porque o processo de se tornar um indivíduo único, completo - que Jung chamou de individuação - é um processo interno, portanto, solitário; além disso, requer que sejamos honestos com relação aos nossos defeitos, que saibamos reconhecer nossas qualidades, e também que possamos abrir mão de tudo que está obsoleto em nossa vida - idéias, atitudes, etc. - e isto é mesmo muito doloroso e difícil! Mas é isso que nos torna especiais, é nisto que está nossa beleza e por isto vale a pena! E, se prestarmos atenção, veremos que não estamos sozinhos, pois há muita gente empenhada nessa mesma busca, de construir sua auto-estima, de descobrir o porquê de estarmos aqui neste planeta e qual é o nosso papel - e de ser feliz! (E, afinal, não era esta mesmo a história do patinho feio?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vou deixar de blábláblá e colocar o texto (o que entendi dele) e deixar vocês curtirem a voz da Mama Cass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;When I was smaller and people were taller,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I realized that I was different&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I had a power that set me apart!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I learned to take it, to use it, to make it&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;It's not so bad to be different&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;To do your own thing and do it with heart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Different is hard, different is lonely&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Different is trouble for you only&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Different is heartache, different is pain&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;But I'd rather be different than be the same!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;At first I wondered what hecks I was under&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;What did I do to be so different?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Then I discovered some others like me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wonder no longer, together we're stronger&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;It's not so bad to be different&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Be true to yourself, that's what you must be!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quando era pequena e as pessoas eram grandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Percebi que era diferente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu tinha um poder que me separava dos outros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aprendi a aceitá-lo e a usá-lo com sucesso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não é tão ruim ser diferente,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fazer as minhas coisas e fazê-las de coração&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ser diferente é difícil, ser diferente é solitário,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ser diferente é ter problemas só nossos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ser diferente é triste, ser diferente é doloroso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas eu prefiro ser diferente a ser igual a todo mundo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;No começo me perguntei que maldição seria essa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O que foi que eu fiz pra ser tão diferente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Então descobri outros como eu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não preciso mais perguntar, juntos somos mais fortes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não é tão ruim ser diferente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seja verdadeiro consigo mesmo, é assim que você tem que ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eA0Egmkmisc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/eA0Egmkmisc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. Norman Gimbel, o letrista, formou parceria com Tom Jobim, Marcos Valle, Baden Powell, e foi o autor das versões para o inglês de "Garota de Ipanema" "Insensatez", "Meditação", "Água de Beber", entre outras.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-2421044315069085018?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/2421044315069085018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=2421044315069085018&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2421044315069085018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2421044315069085018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/04/different.html' title='Different'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-394745167732907622</id><published>2008-04-12T22:28:00.007-03:00</published><updated>2010-10-21T20:29:42.980-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rudyard Kipling'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guilherme de Almeida'/><title type='text'>Se</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0cm 0cm 12pt;"&gt;Havia um livrinho de poesias que eu gostava de abrir e ler aleatoriamente quando criança. Lembro-me que gostava deste poema. É também bastante conhecido e citado como inspiração (e até mesmo parodiado). Não gosto muito do verso final - soa datado demais pra mim.&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;SE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és capaz de manter tua calma, quando,&lt;br /&gt;todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.&lt;br /&gt;De crer em ti quando estão todos duvidando,&lt;br /&gt;e para esses no entanto achar uma desculpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és capaz de esperar sem te desesperares,&lt;br /&gt;ou, enganado, não mentir ao mentiroso,&lt;br /&gt;Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,&lt;br /&gt;e não parecer bom demais, nem pretensioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,&lt;br /&gt;de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.&lt;br /&gt;Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,&lt;br /&gt;tratar da mesma forma a esses dois impostores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,&lt;br /&gt;em armadilhas as verdades que disseste&lt;br /&gt;E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,&lt;br /&gt;e refazê-las com o bem pouco que te reste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és capaz de arriscar numa única parada,&lt;br /&gt;tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.&lt;br /&gt;E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,&lt;br /&gt;resignado, tornar ao ponto de partida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forçar coração, nervos, músculos, tudo,&lt;br /&gt;a dar seja o que for que neles ainda existe.&lt;br /&gt;E a persistir assim quando, exausto, contudo,&lt;br /&gt;resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,&lt;br /&gt;e, entre Reis, não perder a naturalidade.&lt;br /&gt;E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,&lt;br /&gt;se a todos podes ser de alguma utilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és capaz de dar, segundo por segundo,&lt;br /&gt;ao minuto fatal todo valor e brilho.&lt;br /&gt;Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,&lt;br /&gt;e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Rudyard Kipling&lt;br /&gt;Tradução de Guilherme de Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IF &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;If you can keep your head when all about you&lt;br /&gt;Are losing theirs and blaming it on you,&lt;br /&gt;If you can trust yourself when all men doubt you&lt;br /&gt;But make allowance for their doubting too,&lt;br /&gt;If you can wait and not be tired by waiting,&lt;br /&gt;Or being lied about, don't deal in lies,&lt;br /&gt;Or being hated, don't give way to hating,&lt;br /&gt;And yet don't look too good, nor talk too wise:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If you can dream--and not make dreams your master,&lt;br /&gt;If you can think--and not make thoughts your aim;&lt;br /&gt;If you can meet with Triumph and Disaster&lt;br /&gt;And treat those two impostors just the same;&lt;br /&gt;If you can bear to hear the truth you've spoken&lt;br /&gt;Twisted by knaves to make a trap for fools,&lt;br /&gt;Or watch the things you gave your life to, broken,&lt;br /&gt;And stoop and build 'em up with worn-out tools:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If you can make one heap of all your winnings&lt;br /&gt;And risk it all on one turn of pitch-and-toss,&lt;br /&gt;And lose, and start again at your beginnings&lt;br /&gt;And never breath a word about your loss;&lt;br /&gt;If you can force your heart and nerve and sinew&lt;br /&gt;To serve your turn long after they are gone,&lt;br /&gt;And so hold on when there is nothing in you&lt;br /&gt;Except the Will which says to them: "Hold on!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If you can talk with crowds and keep your virtue,&lt;br /&gt;Or walk with kings--nor lose the common touch,&lt;br /&gt;If neither foes nor loving friends can hurt you;&lt;br /&gt;If all men count with you, but none too much,&lt;br /&gt;If you can fill the unforgiving minute&lt;br /&gt;With sixty seconds' worth of distance run,&lt;br /&gt;Yours is the Earth and everything that's in it,&lt;br /&gt;And--which is more--you'll be a Man, my son!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;--Rudyard Kipling&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-394745167732907622?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/394745167732907622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=394745167732907622&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/394745167732907622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/394745167732907622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/04/se_3628.html' title='Se'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-528546863232263730</id><published>2008-04-12T21:10:00.006-03:00</published><updated>2010-10-21T20:27:00.894-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='William Ernest Henley'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><title type='text'>Invictus</title><content type='html'>Não conheço a poesia de William Ernest Henley. Somente os dois últimos versos deste poema, citados por Liz Greene em um de seus livros. Segundo ela, todo Escorpiniano deveria dizer a si mesmo essas palavras. Outro dia revi estas linhas e resolvi utilizar as facilidades da Internet para conhecer o poema inteiro. Trata-se de um poema famoso e bastante citado, como eu já imaginava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henley, poeta inglês nascido em 1849, teve uma vida difícil. Tuberculoso desde os 12 anos, teve a perna esquerda amputada aos 16, por causa da doença. Trabalhou para sustentar a mãe e os irmãos após a morte de seu pai e perdeu sua única filha, de 6 anos, vítima de meningite. O poema foi escrito no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style="text-align: center;" class="title"&gt;Invictus&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Out of the night that covers me,&lt;br /&gt;Black as the Pit from pole to pole,&lt;br /&gt;I thank whatever gods may be&lt;br /&gt;For my unconquerable soul.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;In the fell clutch of circumstance&lt;br /&gt;I have not winced nor cried aloud.&lt;br /&gt;Under the bludgeonings of chance&lt;br /&gt;My head is bloody, but unbowed.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Beyond this place of wrath and tears&lt;br /&gt;Looms but the Horror of the shade,&lt;br /&gt;And yet the menace of the years&lt;br /&gt;Finds, and shall find, me unafraid.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;It matters not how strait the gate,&lt;br /&gt;How charged with punishments the scroll,&lt;br /&gt;I am the master of my fate:&lt;br /&gt;I am the captain of my soul.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Da noite que me cobre,&lt;br /&gt;Negra como um poço de alto abaixo,&lt;br /&gt;Agradeço quaisquer deuses que existam&lt;br /&gt;Pela minha alma inconquistável.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Na garra cruel da circunstância&lt;br /&gt;Eu não recuei nem gritei.&lt;br /&gt;Sob os golpes do acaso&lt;br /&gt;Minha cabeça está sangrenta, mas erecta.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Além deste lugar de fúria e lágrimas&lt;br /&gt;Só o eminente horror matizado,&lt;br /&gt;E contudo a ameaça dos anos&lt;br /&gt;Encontra e encontrar-me-á, sem temor.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Não importa a estreiteza do portão, ¹&lt;br /&gt;Quão cheio de castigos o pergaminho, ²&lt;br /&gt;Sou o dono do meu destino:&lt;br /&gt;Sou o capitão da minha alma. ³&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;(Trad. de Luís Eusébio) &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;E, como a tradução que o acompanhava foi feita em verso livre, procurei por outra versão. Encontrei esta aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;Do fundo desta noite que persiste&lt;br /&gt;A me envolver em breu - eterno e espesso,&lt;br /&gt;A qualquer deus - se algum acaso existe,&lt;br /&gt;Por mi’alma insubjugável agradeço.&lt;/p&gt;&lt;div style="font-style: italic; text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;Nas garras do destino e seus estragos,&lt;br /&gt;Sob os golpes que o acaso atira e acerta,&lt;br /&gt;Nunca me lamentei - e ainda trago&lt;br /&gt;Minha cabeça - embora em sangue - ereta.&lt;/p&gt;&lt;div style="font-style: italic; text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;Além deste oceano de lamúria,&lt;br /&gt;Somente o Horror das trevas se divisa;&lt;br /&gt;Porém o tempo, a consumir-se em fúria,&lt;br /&gt;Não me amedronta, nem me martiriza. &lt;/p&gt;&lt;div style="font-style: italic; text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;Por ser estreita a senda - eu não declino,&lt;br /&gt;Nem por pesada a mão que o mundo espalma;&lt;br /&gt;Eu sou dono e senhor de meu destino;&lt;br /&gt;Eu sou o comandante de minha alma.&lt;/p&gt;&lt;div style="font-style: italic; text-align: left;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;h6 style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Copyright © André C S Masini, 2000&lt;br /&gt;Todos os direitos reservados. Tradução publicada originalmente&lt;br /&gt;no livro "Pequena Coletânea de Poesias de Língua Inglesa.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-528546863232263730?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/528546863232263730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=528546863232263730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/528546863232263730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/528546863232263730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/04/invictus.html' title='Invictus'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-729369941541477276</id><published>2008-04-10T13:46:00.012-03:00</published><updated>2010-10-14T16:53:38.158-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Meus pés</title><content type='html'>Esta semana bati a sola do pé em algum lugar e fiquei mancando por dois dias. Se tivesse sido na perna ou no braço, nem lembraria, mas sendo no pé, doía a cada passo. O desconforto dos pés é desconforto do corpo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me das minhas botas ortopédicas. Eram pesadas, quentes e desconfortáveis e, por causa do bico torto para virar meus pés para fora, tornavam-me alvo de deboche dos colegas que não perdiam a oportunidade de dizer que eu tinha calçado os pés trocados. Bem, eles se divertiam, eu não. Na volta da escola, sob o sol do meio-dia, meus pés transpiravam e começavam a queimar dentro delas e, para me distrair até o fim do caminho, ficava imaginando que, se eu fosse a Jeannie ou a Feiticeira, piscaria e estaria em casa, ou se fosse o capitão Kirk, pediria que o Scott me teleportasse direto pro meu quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar em casa, literalmente as arrancava e as jogava longe e passava o resto do dia descalça, não por rebeldia, mas porque não tinha outros sapatos. Aprendi a andar descalça sobre pedrinhas, capim e asfalto quente. Todo dia ia comprar sorvete na padaria Roma e saltitava pra não queimar os pés até encontrar a primeira sombra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta dos onze ou doze anos, declarei minha independência: quero sapatos! Foi logo depois disso que surgiram as Melissas e me apaixonei por aquela sandália de plástico transparente e macio - parecia que não estava usando sapato nenhum! E, porque se usava com meias também, eram sapato pra inverno e verão. Não tirava mais dos pés!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um  problema que acabou não sendo corrigido foi o pé chato - a ausência do arco do pé. Como me sentia responsável por não terminar o tratamento, tentava compensar jogando o peso do corpo para fora, para não desmontar o arco ao caminhar. Fiz isso até os 31 anos, quando comentei sobre o fato com o professor de Técnica de Alexander e ele me sugeriu que eu não o fizesse. Melhor seria comprar uma palmilha ortopédica e pisar sem nenhum músculo tensionado, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimentei caminhar sem prender o pé. Uau!!! Que alívio! Meu corpo ganhou novo alinhamento: a coluna se encaixou sozinha, os ombros relaxaram e o pescoço ficou solto. A postura ficou bonita e a respiração começou a fluir com facilidade. Até aquela dorzinha da lombar desapareceu. Pensar que passei a vida inteira andando dura por causa de um arco que deveria estar ali mas não estava! Mas como a gente não perde um hábito da noite para o dia, preciso manter minha atenção aos meus movimentos na hora de caminhar e me lembrar constantemente de soltar os pés e o calcanhar. Se estou sob tensão, a tendência é voltar ao movimento mais antigo, mas pelo menos agora sei que eu POSSO caminhar com mais leveza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, uma boa base é o começo de tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_5QW-LDE8I/AAAAAAAAAGw/8Lwfrb_WAI8/s1600-h/DSC02537.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_5QW-LDE8I/AAAAAAAAAGw/8Lwfrb_WAI8/s320/DSC02537.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187672176354071490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta foto dos meus pés foi tirada pelo Dessórdi no sarau do Clave &amp;amp; Canella , em 2005, no Salão Mourisco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-729369941541477276?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/729369941541477276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=729369941541477276&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/729369941541477276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/729369941541477276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/04/meus-ps.html' title='Meus pés'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_5QW-LDE8I/AAAAAAAAAGw/8Lwfrb_WAI8/s72-c/DSC02537.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-6402732293622213752</id><published>2008-04-08T14:47:00.012-03:00</published><updated>2010-12-02T18:37:05.619-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Envelhecer...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Envelhecer não me assusta. Realmente não. O que me incomoda é o acúmulo dos anos não vividos, das oportunidades perdidas, das escolhas errôneas, das expectativas frustradas....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Mas como incomodada ficava era minha avó, vou tocando bola pra frente e nanossomas de pró-retinol no rosto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_uytG9apJI/AAAAAAAAAGY/FOtI4avrAM8/s1600-h/Starship+Enterprise.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_uytG9apJI/AAAAAAAAAGY/FOtI4avrAM8/s320/Starship+Enterprise.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186935883879326866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Qual é o curso, capitão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Para frente, Sr. Sulu. Sempre em frente!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/TPgDUbBWktI/AAAAAAAAA8s/8YJEgUq52F8/s400/flowbed.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5546186590492463826" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 56px; height: 28px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_u4ZG9apLI/AAAAAAAAAGo/pEI2bpzgicM/s1600-h/flowbed.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_uytG9apJI/AAAAAAAAAGY/FOtI4avrAM8/s1600-h/Starship+Enterprise.gif"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-6402732293622213752?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/6402732293622213752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=6402732293622213752&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6402732293622213752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6402732293622213752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/04/envelhecer.html' title='Envelhecer...'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_uytG9apJI/AAAAAAAAAGY/FOtI4avrAM8/s72-c/Starship+Enterprise.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-1403156944585483765</id><published>2008-04-05T22:23:00.005-03:00</published><updated>2010-10-14T16:55:24.214-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Canção da minha infância</title><content type='html'>&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_gmK29apFI/AAAAAAAAAF0/rByVFZU7_P8/s1600-h/roda+de+fiar.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_gmK29apFI/AAAAAAAAAF0/rByVFZU7_P8/s320/roda+de+fiar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185936938910786642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Girando, girando,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não paro de girar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Trabalho cantando &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na roda de fiar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A velha fiandeira trabalha sossegada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A noite inteira na roda encantada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Girando, girando,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não paro de girar,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Trabalho cantando&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na roda de fiar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lailarilailari...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-1403156944585483765?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/1403156944585483765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=1403156944585483765&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1403156944585483765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1403156944585483765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/04/cano-da-minha-infncia.html' title='Canção da minha infância'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R_gmK29apFI/AAAAAAAAAF0/rByVFZU7_P8/s72-c/roda+de+fiar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-6880881506832617049</id><published>2008-03-31T22:09:00.008-03:00</published><updated>2010-10-21T20:28:44.292-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Györgi Ligeti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Barnett Newmann'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Frank Stella'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artes plásticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Impressões sobre Newmann e Ligeti</title><content type='html'>Então eu resolvi fazer este (excelente) curso de História da Arte. Já na faculdade queria muito me matricular nesta disciplina, que era eletiva para a Música, mas nunca sobrava vaga. Quando recebi a divulgação destes cursos achei que seria uma boa oportunidade e me inscrevi para os dois módulos oferecidos: da Renascença ao Iluminismo e arte do Século XX a partir da década de 50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou completamente leiga no assunto, procuro absorver a maior quantidade possível de informações, mas não me preocupo muito em desenvolvê-las, porque a idéia é esta mesmo: reter o que chamar minha atenção. E o que me chamou a atenção nesta semana foram as telas do pintor Barnett Newmann (1905-1970), que se insere no grupo de artistas que optou por trabalhar com "campos de cor". Suas telas, todas datadas a partir de 1948 se não me engano, são campos de cor cortados por uma faixa, geralmente vertical (mas havia também algumas horizontais) que ele mesmo chamou de "zip", ou faixas de luz. Algumas apresentam uma só tonalidade interceptada pela faixa; outras compõem-se de faixas em tons mais escuros ou claros, criando barras verticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras telas não chegaram a me impressionar, mas a seqüência incessante deste mesmo tema começou a me dar uma certa angústia. Aquelas faixas começaram a se parecer com grades e a sensação de "aprisionamento" destas cores passou a me incomodar. De repente, surgiram umas telas onde a tinta "vazava" pra fora dos limites do campo de cor, como uma se fosse um acabamento malfeito, mas isto era interessante - e logo percebi que não era a única a pensar assim, pois as manchinhas de tinta suscitaram comentários do grupo ("Na faculdade não nos deixavam fazer isso", "Ah, mas é o que mais gosto"). Bem, no meu entender, depois de todo aquele rigor geométrico, a manchinha provocava um certo alívio, um sinal de que o aprisionamento não era completo afinal,  uma promessa incipiente de liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí é que surge o paradoxo. Pois, segundo a professora, essa opção foi feita justamente pela liberdade que trazia ao artista -  liberdade de não ter que pintar uma tela figurativa! Sim, visto por esse ponto de vista, eu compreendo. Toda tela figurativa já está praticamente definida pelo artista (se ele pinta um vaso de flores, nós veremos muito provavelmente um vaso de flores), enquanto que uma tela cheia de cor é um campo livre onde pode nascer toda e qualquer imagem. O grito de liberdade de não precisar fazer esta escolha! Já o pintor que estudamos na semana anterior, Frank Stella, também havia feito uma opção semelhante, porém Stella trabalha com listras em forma de "V", dando origem a imagens quase caleidoscópicas em algumas obras. Apesar de também conter geometria em seus padrões, eles parecem surgir com mais leveza do que as barras de Newmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo claro aqui que não se trata de um julgamento de valor e sim de impressões pessoais. Este tipo de pintura não me atrai muito, talvez até pela minha falta de conhecimento mais elaborado sobre ela. Mas havia beleza. Gostei particularmente da seqüência de telas chamadas de "18 Cantos", onde as faixas estavam esmaecidas, pareciam-se mais com reflexos de luz e menos com grades e várias ainda com manchas escuras pintadas sobre elas, como as manchas de uma borracha suja no papel (de novo, talvez a sensação de afrouxamento do rigor geométrico seja o motivo da minha preferência).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, esta foi minha impressão. Outra pessoa fará uma leitura completamente diferente e é por isso mesmo que se faz arte, creio eu. E digo mais, esta é minha impressão hoje, sei lá eu de amanhã! Recordo-me da primeira vez que ouvi o "Lux Aeterna", de Györgi Ligeti. Esse "Requiem" contemporâneo escrito para 16 vozes em micropolifonia causou-me falta de ar e angústia extrema na primeira audição, numa aula de História da Música, e só não saí correndo e gritando pela óbvia repercussão que este ato teria! Bem, quase quinze anos depois, o Januibe encasquetou que o Musica Reservata tinha de cantar o Lux. Não achei ruim não, até fiquei curiosa pra saber se teria a mesma reação. Pois não foi incrível? Naquela audição, percebi apenas uma "cor sonora", uma vibração perpétua que ora privilegiava sons mais agudos, ora sons mais graves. Mas, como cantora, pude verificar o movimento interno incessante feito de cânones diatônicos que vão se sobrepondo, com determinadas notas sendo "passadas" de uma voz para outra numa teia sonora vibrante. Mais ainda, naqueles dias em que ensaiávamos o Lux, eu estava vivendo momentos cotidianos de angústia e solidão contínuas, seis meses após a morte de minha mãe. No entanto, os ensaios daquela peça me deixavam serena, passaram a ser ilhas de paz no meio da tristeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, está aí um exemplo de como a mesma obra pode nos impactar diversamente, dependendo do momento de vida em que nos encontramos, mas também do grau de intimidade que temos com ela. Nada é definitivo, afinal de contas, nem mesmo nossas impressões sobre arte. Por isso ela não cessa de preencher nossos vazios (ou de esvaziar nosso transbordamento!). É a necessidade da arte, mais um motivo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-6880881506832617049?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/6880881506832617049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=6880881506832617049&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6880881506832617049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6880881506832617049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/03/impresses-sobre-newmann-e-ligeti.html' title='Impressões sobre Newmann e Ligeti'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-6050240982828475250</id><published>2008-02-14T23:37:00.009-02:00</published><updated>2010-10-21T20:29:08.300-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cecília Meireles'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Motivo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R7T0oLCiqZI/AAAAAAAAAFE/LFLprUTAo6s/s1600-h/por+do+sol+e+flores.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R7T0oLCiqZI/AAAAAAAAAFE/LFLprUTAo6s/s400/por+do+sol+e+flores.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167023643496196498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;h3 class="post-title"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;h3 class="post-title"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Eu canto porque o instante existe&lt;br /&gt;e a minha vida está completa.&lt;br /&gt;Não sou alegre nem sou triste:&lt;br /&gt;sou poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmão das coisas fugidias,&lt;br /&gt;não sinto gozo nem tormento.&lt;br /&gt;Atravesso noites e dias&lt;br /&gt;no vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se desmorono ou se edifico,&lt;br /&gt;Se permaneço ou me desfaço,&lt;br /&gt;- não sei, não sei. Não sei se fico&lt;br /&gt;ou passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que canto. E a canção é tudo.&lt;br /&gt;Tem sangue eterno, a asa ritmada.&lt;br /&gt;E um dia sei que estarei mudo:&lt;br /&gt;- mais nada.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;"Motivo" é o título deste bem conhecido poema de Cecília Meireles que estava me rondando há vários dias. Mas como só me lembrava da primeira estrofe, fui procurar o resto. Achei interessante transcrever aqui porque parece sintetizar em poesia um pouco do que venho escrevendo nestes dias. Então, aí está.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-6050240982828475250?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/6050240982828475250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=6050240982828475250&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6050240982828475250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6050240982828475250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/02/motivo.html' title='Motivo'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R7T0oLCiqZI/AAAAAAAAAFE/LFLprUTAo6s/s72-c/por+do+sol+e+flores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8382772843398033210</id><published>2008-02-10T23:15:00.004-02:00</published><updated>2010-10-14T16:57:57.819-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Férias</title><content type='html'>Cá estou eu, ainda de férias, mas já me preparando pra volta da rotina normal (que, afinal de contas, depois que fiquei dona do meu tempo, não é nem normal nem rotina). A verdade é que, como muita gente, planejo trabalhar muito nas férias, fazendo, claro, tudo o que não tenho tempo de fazer nas míseras 24 horas do dia no resto do ano. Só que, como chego quase pedindo água ao término dos compromissos (que, desde fiquei dona do meu tempo, são os melhores que poderia desejar), antes de me dedicar a estes planos, passo por um período de "ressaca" ou de "desintoxicação" de atividades e fico, literalmente, uma ou duas semanas fazendo absolutamente nada (que, segundo o Sr. Spock, é realmente a única maneira &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;lógica &lt;/span&gt;de descansar...). Quando o absolutamente nada começa a entediar, preciso absolutamente começar a fazer alguma coisa (mesmo contrariando o Spock) e é aí que meu planos começam a entrar em ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, pintar minha casa foi, sem dúvida, a atividade mais esperada, mas também a mais cansativa (pintar o teto deixa qualquer um bem torto). Mas a vontade bateu forte, principalmente no Carnaval, e consegui terminar dois cômodos inteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente pra mim, há muitas outras atividades na lista de espera, tais como ler os livros que não resisto não comprar nas perigosas excursões a livrarias; ou então voltar à minha sessão de uma hora de yoga pela manhã (ou tarde, ou noite, ou quando eu me lembrar e sentir vontade de fazer); passear mais freqüentemente com meu cachorro (pois não resisto ao olhar pidão que ela me lança quando passo por ela); ver os filmes que perdi durante o(s) ano(s) inteiro(s)  (dessa já até desisti!); estudar, estudar, estudar. Como? Estudar nas férias? Sim, tocar piano, porque se não toco, fico sem vontade de tocar e se toco, começo a querer tocar mais e mais e aí falta tempo durante o ano e penso então "nas férias vou tocar mais" (Ha!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que, como são férias, devo fazer tudo isso com tranqüilidade, sem stress, acúmulo, obrigação e, vai daí, não dá tempo de fazer tudo realmente. O ano chega e fico pensando "nas próximas férias termino isso..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, toda essa divagação sobre as férias começou justamente porque, na falta de ver gente, comecei a ver blogs, que são representações de gente, ou gente virtual, coisa que, quem me conhece, sabe que não sou fã, mas que tem seus aspectos interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogs são mesmo bons exemplos de relacionamento na era de Aquário, se me permitem essa consideração astrológica. Porque não poderiam ser expressões mais pessoais comunicadas de maneira tão impessoal, ou tecnológica, ou globalizada, adjetivos que se aplicam tão bem ao signo de Aquário (ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;signo&lt;/span&gt;, não necessariamente aos aquarianos que, como todo ser humano, possuem todos os signos mais ou menos misturados, sendo por isso que, apesar de compartilharem traços em comum, todo indivíduo é único).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK, fechando as aspas e voltando à questão dos relacionamentos. Quando eu era adolescente, a moda eram os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pen-pals, &lt;/span&gt;correspondentes que, em sua maioria, nem chegávamos a conhecer pessoalmente. Durante uns três ou quatro anos cheguei a ter quase 30 &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pen-pals, &lt;/span&gt;a maior parte brasileiros, mas alguns americanos também. A gente escrevia sobre gostos em comum, que naquele tempo eram os programas de TV. Esperar pelo carteiro era a grande diversão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, bem antes disso ainda, lá na minha cidade do interior em Araçatuba, férias já eram um período sem gente. Isto porque nossa família não viajava mesmo. Meu pai, acho que nem tirava férias e, se tirava, ficava no escritório lendo o dia inteiro. Minha mãe reclamava "Luiz, a gente não vai pra lugar nenhum". Ele respondia "porque não vão ao clube?" O clube. Bom, meus amigos não iam ao clube durante as férias, porque eles passavam o ano inteiro no clube e nas férias, iam pra praia. Não que o clube ficasse vazio. Na verdade, se ficasse, eu até apreciaria. Mas, vejam bem, estou falando do período pré-filtro solar da História da humanidade. Era o tempo do óleo de bronzear. Vocês já viram como fica uma piscina depois que um monte de gente nadou usando óleo de bronzear? Isso mesmo, fica cheia de óleo, boiando na superfície que nem uma gigantesca panela de sopa. E, com a água sempre quente por causa da temperatura diária de quase 40 graus, eu acabava me sentindo uma cenoura cozida! "Não, não quero ir ao clube, pai."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vista disso, fui desenvolvendo uma intensa vida social comigo mesma. Basicamente leitura de livros, tocar piano, andar de bicicleta pelo nosso quarteirão, ouvir os pouquíssimos discos que eu tinha na época  e brincar com minhas bonecas - duas Suzis, dois Betos, com os quais eu criava verdadeiras sagas familiares em alguns dias mais empolgados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando aos blogs. Agora que estou escrevendo o meu, baixou a curiosidade de ler outros. Aqui no blogspot tem aquela seta de "próximo blog". Só que, em geral, cai num blog do outro lado do mundo, a maioria com pouco ou nenhum interesse pra mim. Então dei-me conta do que já é óbvio para quem navega há mais tempo: através deles, tenho a oportunidade de saber do cotidiano e das idéias de pessoas que não conheço, ou que conheço de vista, ou que conheço mais ou menos e de quem nada saberia se não fosse pelo blog. Mesmo alguns amigos mais chegados, nessa vida corrida que todo mundo leva, que é que eles revelam pessoalmente? Pouco. Mas aí vão pra internet e escrevem sobre sua vida particular. Ou exercitam a atividade de escritor, o que dá no mesmo, pois todo escritor se revela pelo estilo, mesmo que sua história seja totalmente fictícia. Não deixa de ser parecido com os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pen-pals, &lt;/span&gt;só que agora se escreve um texto para quantos quiserem ler. Não é mais tão direcionado, então o tema é mais livre e não se tem a obrigação de responder a este ou aquele comentário (apesar de haver espaço para isso também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas férias estão diferentes. Tenho mais uma atividade na minha lista, bastante social até, a de atualizar meu blog. E ler o de outros. Como eu disse na minha primeira postagem, quando eu escrevia, escrevia pra mim, ou no máximo pra um leitor definido. Este negócio de escrever pra sei lá quem que vai ler me deixou um tanto quanto presa no início, tanto em relação ao tema quanto à forma. Depois de vagar por blogs tão diversos, estou começando a me sentir mais à vontade para escrever como costumava escrever antigamente. É,  acho que estou gostando!...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8382772843398033210?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8382772843398033210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8382772843398033210&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8382772843398033210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8382772843398033210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/02/frias.html' title='Férias'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-6434252095693823332</id><published>2008-02-08T01:08:00.002-02:00</published><updated>2010-10-21T20:30:50.555-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='I Ching'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>I Ching - O Livro das Mutações</title><content type='html'>No hexagrama de número 16, chamado de Yu pelo chineses e traduzido em português como "Entusiasmo", há uma outra referência sobre chuva aliviando tensões. Mas traz também uma comparação com a música que gostaria de compartilhar. Transcrevo:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Quando, ao início do verão, o trovão, a energia elétrica surgem novamente da terra e a primeira tempestade refresca a natureza, uma prolongada tensão se dissolve. Há alívio e alegria. A música também tem o poder de dissolver as tensões do coração e a violência das emoções sombrias. O entusiasmo do coração se manifesta espontaneamente no som do canto, na dança e no movimento rítmico do corpo. O efeito inspirador do som invisível que emociona os corações dos homens, unindo-os, é um enigma que perdura desde os tempos mais remotos. Governantes utilizavam essa tendência natural para a música; elevaram-na e deram-lhe ordem. A música era considerada como algo sério e sagrado, que purificava os sentimentos dos homens. Cabia a ela louvar os méritos dos heróis, construindo, assim, uma ponte para o invisível. Nos templos, os homens se aproximavam de Deus através da música e da pantomima (da qual o teatro se desenvolveu)."&lt;/blockquote&gt;Acho que há muitos motivos para se fazer música, todos igualmente válidos. Eu mesma não conseguiria me limitar a apenas um ou dois motivadores. Mas gosto muito de perceber a música da maneira acima descrita - como ponte para um mundo invisível, sagrado e como meio de unificar as emoções individuais. Entre tantos outros, este é um motivo que sempre vale a pena considerar!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-6434252095693823332?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/6434252095693823332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=6434252095693823332&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6434252095693823332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/6434252095693823332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/02/i-ching-o-livro-das-mutaes.html' title='I Ching - O Livro das Mutações'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-1837623901215489033</id><published>2008-01-31T01:06:00.002-02:00</published><updated>2010-10-21T20:31:10.233-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><title type='text'>Meu amigo Bruno</title><content type='html'>Após um mês na rede, acho que já dá pra divulgar meu blog. Não o fiz antes porque não tinha muita certeza se me habituaria com este veículo e, na verdade, ainda estou pegando o jeito. Queria então agradecer à minha irmã Fernanda por montar as configurações para mim. E ao meu amigo Bruno Angelo pela inspiração. Porque foi lendo o blog dele que fiquei com vontade de escrever o meu (o dele também foi inspirado no blog de um amigo). Aliás, recomendo a leitura de seu blog (www.obraaberta.spaces.live.com) pela boa qualidade de seus textos. Ele passa com tranqüilidade pela crônica, crítica e vai a textos mais líricos que muitas vezes me surpreendem pela exaltação e desprendimento com que foram escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas seu talento não é apenas literário. O Bruno é um excelente músico. Estudante de composição, toca piano, violão, oboé, tudo com muita expressividade. Ele acha que não canta nada, mas discordo. Sua voz é agradável, afinada e cheia de brilho - tudo que um regente quer para ajudar a timbrar um naipe! Fiquei muito feliz quando ele aceitou meu convite para ser monitor do Cantares!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu já o conhecia desde abril de 2004, quando ele foi cantar no Madrigal do Instituto de Artes da UFRGS, onde eu também estava cantando. Sua chegada foi muito divertida pra mim. Estávamos num ensaio de baixos e contraltos, recém-vindos das férias e precisando substituir as vozes masculinas que havíamos perdido na virada do ano. Não me recordo quem era o ensaiador daquele dia, se o Renato ou o Bernardo. Mas entraram alguns baixos e um deles disse que teríamos novos cantores, o fulano, o sicrano, o Bruno. "Legal", disse o ensaiador. "Que bom", pensei eu. Logo entrou mais um cantor e também ele disse que o Bruno Angelo, da composição, estaria se juntando a nós. "Ah, sim, já disseram. Legal". Passaram-se alguns minutos quando a porta se abriu e entrou um rapaz de uns vinte e tantos anos, talvez trinta. "Deve ser esse", pensei. Não era. Mas ele se sentou e, após alguns instantes, lembrou-se de avisar que o Bruno Angelo também viria! Bom, aí eu não resisti, né? Virei pras contraltos e brinquei baixinho dizendo algo como "Nossos problemas acabaram! O Bruno vem cantar com a gente!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas alturas, estava curiosa. Mas o tempo corria e nada do tal Bruno. Já tinha me esquecido quando a porta se abriu novamente e um rapaz de uns 22, 23 anos no máximo (ele estava com 18), magriço e sorridente, entrou ao som dos chamados dos guris, "Bruno, senta aqui, senta aqui." Fiquei observando seus movimentos, um pouco impressionada com o fato de ele ser tão novinho e popular, mas parei antes que ele estranhasse aquela tia do coral que não tirava os olhos dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos cantando um Schütz com alguns melismas mais elaborados e lá pelas tantas nosso ensaiador acabou pedindo a ajuda dele pra tocar. "Ah, é pianista". Acho que foi depois disto que ele veio pegar uma cadeira vazia que estava do meu lado. Nossos olhares se cruzaram por alguns segundos e pensei "Nossa, que guri bonito!". De repente, achei que seria desaconselhável para mim continuar com essa observação minuciosa, então parei. Por isso não me lembro de mais nenhum momento específico do tempo em que estivemos cantando juntos por lá. Eventualmente, ambos saímos do coro e não soube mais nada dele até o início de 2006, quando o Januibe me disse que havia convidado o Bruno para cantar conosco no Musica Reservata.&lt;br /&gt;-"Quem?&lt;br /&gt;-"O Bruno Angelo, da composição. Ele já cantou no madrigal."&lt;br /&gt;-"Ah, sei quem é..."&lt;br /&gt;E por dentro:&lt;br /&gt;-"Oba! Nossos problemas acabaram! O Bruno vem cantar com a gente!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-1837623901215489033?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/1837623901215489033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=1837623901215489033&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1837623901215489033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/1837623901215489033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/meu-amigo-bruno.html' title='Meu amigo Bruno'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8539468680577169748</id><published>2008-01-30T21:05:00.002-02:00</published><updated>2010-10-14T17:00:23.039-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Energia</title><content type='html'>Estive conversando outro dia com amigos sobre a energia de uma apresentação e sobre como uma boa energia circulando no grupo e com a platéia faz dessa apresentação um momento inesquecível, mesmo quando o resultado musical ainda não está 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me de alguns exemplos que muito me alegraram. Um dos primeiros talvez tenha sido nossa participação no "Show de Talentos" do Prof. Nicolau, na PUC, em 1987. Havia uma grande variedade de números, nem todos musicais. Quando nosso grupo começou a cantar a platéia aplaudiu muito! Eu não queria mais sair dali! Lembro-me também de uma apresentação do coral do ICBNA em Santa Rosa, em 1990, quando cantamos "The Long and Winding Road" com a chuva batendo no telhado de zinco. Acho que o público mal ouvia a gente e provavelmente começamos a gritar, mas me emocionei tanto que não queria que a música acabasse (ah, chuva...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que o ideal é combinar excelente qualidade musical com excelente energia rolando! Só acho que uma não depende da outra. Eu, pessoalmente, memorizo uma apresentação como inesquecível quando a energia que circulou foi das boas. E, embora não deixe nunca de valorizar o aprimoramento musical, fico muito triste quando essa mesma energia fica faltando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante é que energia não é algo que se busca. Ela acontece. Se ficarmos buscando, muito fixados nesse objetivo, ele provavelmente escapa de nosso alcance. É mais uma questão de estar presente, curtindo o momento presente sem muita preocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso me lembrar disso nas minhas próximas apresentações!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8539468680577169748?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8539468680577169748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8539468680577169748&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8539468680577169748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8539468680577169748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/energia.html' title='Energia'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-5701171563825992667</id><published>2008-01-29T23:34:00.001-02:00</published><updated>2010-10-14T17:00:48.402-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Às vezes</title><content type='html'>Às vezes eu sinto muita saudade da minha vida. Às vezes não sinto nada. Só espero poder logo olhar para trás e respirar aliviada porque tudo passou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-5701171563825992667?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/5701171563825992667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=5701171563825992667&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/5701171563825992667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/5701171563825992667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/s-vezes.html' title='Às vezes'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-309004999487872999</id><published>2008-01-29T00:13:00.002-02:00</published><updated>2010-10-14T17:01:35.872-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ponto de vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Formaturas</title><content type='html'>Nesta semana, estive em duas formaturas da UFRGS: a das Letras e a das Artes, nesta ordem. Tive, portanto, a oportunidade de ouvir os discursos de ambas as áreas na mesma ordem em que eles aconteceram na minha vida. Há 18 anos, eu me formei em Letras pela PUC, E, há exatos 10 anos, eu me formei em Música pela UFRGS. Foram dois momentos bem diferentes. Na PUC, muito formalismo e seriedade. E eu, bem, nada feliz. Não queria seguir aquela profissão, mesmo gostando muito da área de Letras.  Na UFRGS, o oposto. Feliz, feliz, feliz, terminando um curso do qual, por muitas vezes, quase fui obrigada a desistir. Atropelei meu discurso de agradecimento numa cerimônia mais informal e divertida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistindo agora a estas colações de grau, já distante das salas de aula por algum tempo, pude observar um pouco as expectativas daqueles que estão ingressando no mercado de trabalho neste início de século. Mesmo não oferecendo propostas de altos rendimentos, a área de Letras ainda parece dar mais segurança nas ofertas de emprego. Portanto, os discursos giraram em torno de críticas ao próprio curso, a dificuldade pessoal de cada um para concluí-lo, a esperança de reconhecimento do diploma no mercado (especialmente para os que se formam em Tradução, como foi o meu caso) e agradecimento pelo apoio emocional e financeiro das famílias durante os estudos. Nas Artes, a busca de reconhecimento é mais profunda, pois o artista continua sendo visto como cigarra numa sociedade de laboriosas formigas. O agradecimento foi mais pelo apoio das famílias a suas escolhas profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, de maneira geral, o que senti em ambas foi uma expectativa muito grande de fazer uma diferença no mundo. Não que este sentimento não estivesse presente antes. Claro que estava! Mas as turmas eram mais dispersas. O objetivo era mais imediato, prático: ter um emprego que pagasse as contas, no caso das Letras. No caso da Música, grande parte já tinha outro diploma (e outro emprego) e cursou a Universidade para realizar um sonho pessoal. Fico pensando se o motivo disto não foi o fato de que a maioria de nós tinha sido adolescente nos anos setenta e oitenta, períodos política e economicamente sofridos na história brasileira, de golpes militares a inflação galopante. Predominava a crítica amargurada ao país e uma tendência à falta de esperança, no estilo "não adianta fazer nada porque nada vai mudar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, agora muitos podem dizer - e mudou alguma coisa? Os problemas políticos e econômicos ainda existem aos montes, como sempre existiram . Mas algo mudou sim. Sem querer entrar demais neste assunto, acho que hoje as pessoas de vinte e poucos anos têm mais vontade de transformar o mundo, acreditam um pouquinho mais nas possibilidades de abrirem-se novos caminhos, de se descobrirem novas soluções. Também notei que, nos dois grupos, parecia haver mais união, mais integração. Não foram várias pessoas que ingressaram na vida profissional. Foram grupos de amigos, compartilhando os mesmos sonhos e esperanças. As escolhas profissionais vieram carregadas de muita determinação. Na Música, a situação parece ter-se invertido, pois a maioria já está atuando no mercado de trabalho como músico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é muito significativo pra mim. Acredito que as mudanças positivas que todos desejam podem realmente acontecer. Que o mundo não vai ser perfeito, isto sabemos. Sempre haverá descontentamento, sempre haverá sensação de incompletitude. Mas, sem isso, também não haveria motivação pra ir em frente, tudo já estaria pronto mesmo. Diante de tantas dificuldades que precisam ser atendidas, pode até parecer pouco. Não importa. Importa que seja real, importa que dê alguns frutos. E, como conheço de perto esses novos profissionais, muitos deles grandes amigos meus, tenho certeza de que esses frutos virão!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-309004999487872999?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/309004999487872999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=309004999487872999&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/309004999487872999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/309004999487872999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/nesta-semana-estive-em-duas-formaturas.html' title='Formaturas'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-7789338403156770783</id><published>2008-01-22T12:46:00.002-02:00</published><updated>2010-10-21T20:32:03.326-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Os que vão e os que ficam</title><content type='html'>Nunca tinha pensado no assunto, até que um dia, lá pelos anos de 79 ou 80, sei lá eu, uma menina da minha idade bateu na nossa porta, me cumprimentou pelo nome e perguntou se eu lembrava dela. Não, sinceramente, não. Mas convidei-a a entrar e ficamos batendo papo por uma meia hora, ela perguntando sobre todos nossos amigos do colégio, eu respondendo, ainda sem lembrar dela. Só depois que saiu é que fui procurar as fotografias antigas da nossa turma e a reconheci nas fotos do pré-primário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então me ocorreu que quem vai embora leva consigo um registro daquele momento específico. Leva todo um mundo congelado no tempo. Mas, pra quem fica, quase nada mudou. Apenas o surgimento de uma ausência, em geral logo preenchida por novas presenças. Pois quando chegou a minha vez de sair de cena, fiquei fotografando meu mundo pra levar comigo. Não queria que meus amigos se esquecessem de mim, mas, quanto a isso, não havia muito que pudesse fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei em Porto Alegre sentia-me como se tivesse aterrizado em outro planeta - e estava no mesmo país, falando a mesma língua, só com um cantar um pouco diferente! Mas não conhecia ninguém - nenhum rosto, nenhuma rua, nenhum lugar especial, nada. Tudo que eu conhecia tinha ficada pra trás. Vim com família, com tudo que eu tinha na bagagem, sem perspectiva de retornar. Experiência bem diversa de quando fui estudar em Nova Iorque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já havia estado por lá várias vezes, em viagens de férias. Já conhecia alguns rostos, já sabia onde ir pra se chegar nos lugares, já tinha alguns lugares pra ir. Mas fui sozinha, deixando tudo em compasso de espera - família, amigos, emprego, cachorros. Fui com prazo pra voltar, com a idéia de aprender o máximo possível, sabendo ser essa uma chance única na minha vida. Consciente de que pra quem vai, um novo universo se abre, mas pra quem fica, a paisagem quase não se altera, tentei manter-me sempre atualizada, em contato com esse lado do mundo a cada nova estadia em Porto Alegre, para estar em dia quando regressasse de vez. E, no entanto, ficava com uma sensação de não pertencer a lugar algum. Pois, sem estar construindo nada por aqui, era apenas uma visitante. Retornando a Nova Iorque, nada era definitivo. Estava apenas buscando qualificar meus conhecimentos. Meu prazo se ampliou, não consegui o que queria mas recebi o que precisava. É assim que Deus trabalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sábado passado fomos nos despedir do nosso amigo Dessórdi que está indo pros EUA. Vai pra lá na mesma situação em que eu fui: pra estudar, com data pra retorno. Como cada pessoa desenha sua própria estrada, não tenho como saber o que ele encontrará por lá. Mas desejo de todo coração que encontre o que procura. E que volte! Pois se é verdade que pouco se altera com a nossa ausência, o que está por vir depende de cada presença neste cenário. Cada pessoa contribui com um novo detalhe na paisagem que, após algum tempo, seria bem diferente se ela não tivesse estado ali. E acho que nossa paisagem fica mais bonita com a presença de bons amigos como ele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessórdi, um grande abraço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R6IfzXMOccI/AAAAAAAAACY/wHzK14Bk7-Y/s1600-h/bota-fora14.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R6IfzXMOccI/AAAAAAAAACY/wHzK14Bk7-Y/s320/bota-fora14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161723090179092930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;Bota-fora do Dessórdi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-7789338403156770783?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/7789338403156770783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=7789338403156770783&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7789338403156770783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/7789338403156770783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/os-que-vo-e-os-que-ficam.html' title='Os que vão e os que ficam'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/R6IfzXMOccI/AAAAAAAAACY/wHzK14Bk7-Y/s72-c/bota-fora14.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-4798492549990664882</id><published>2008-01-18T00:31:00.001-02:00</published><updated>2010-10-14T17:03:40.122-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Memórias</title><content type='html'>Final de tarde a passarada canta na praça da caixa d'água, em frente ao portão de entrada do meu colégio, lá em Araçatuba. O barulho que os pardais fazem chega a parecer um campo de batalha. Essa foi uma das imagens que gravei na memória antes de me mudar pra Porto Alegre. Durante um ano inteiro, já sabendo que não voltaria pra lá tão cedo e que, certamente, não voltaria a morar lá, andei por todos os meus lugares preferidos, e os nem tão preferidos, e dizia pro meu cérebro: memoriza isto. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Isto &lt;/span&gt;era um cheiro, uma imagem, um som, uma cor, uma sensação térmica, um lugar. Incrível como funcionou, pois muitos daqueles momentos ficaram mesmo registrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é lógico que as memórias em geral não são gravadas intencionalmente. Uns anos atrás comprei o CD com os sucessos do Raul Seixas e quando ouvi Gita tive um acesso de angústia, um quase sufocamento, acompanhado de uma saudade de algo que não sabia explicar. E a imagem veio logo em seguida. Nossa casa ficava num terreno com desnível. Havia uma escada de uns dez degraus da cozinha até o quintal. Eu costumava me deitar no largo corrimão de tijolos e ficar um tempão olhando pras nuvens. No quartinho dos fundos, era comum a empregada estar passando roupa com um radinho de pilha ligado em alguma AM. E Raul Seixas tocava adoidado naqueles anos setenta em que eu era criança. Eu nunca mais tinha escutado esta música, então quando ouvi o CD foi quase um choque!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto tanto de guardar esses momentos em que nada estava acontecendo de específico. Nenhum fato extraordinário, nenhuma ação ou encontro especial (OK, estes também estão na memória, é claro). São manhãs iluminadas por um sol gelado descendo do ônibus aqui em Porto Alegre, ou aquelas tardes refrescadas do após chuva que já mencionei. Um início de noite com ar morno, sentada na cadeira de balanço lendo um livro, um dia calorento andando pelo centro ou um dia frio de rachar os lábios caminhando de volta da escola. Mas todos esses registros ficaram guardados porque na hora eu parei de pensar no que estava fazendo pra prestar atenção no agora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que diz a canção do John Lennon? A vida é o que acontece enquanto você está ocupado fazendo outras coisas? Acho que era algo assim. Bem, depois que comecei a meditar, passei a tentar viver mais conscientemente neste espaço mental onde não estamos preocupados com nada, esperando por nada, ansiando por nada. E fazendo o que estivermos fazendo com a mente fixa no presente. Para acabar com a impressão de que minha vida nada mais era do que um eterno esperar por algo, sem sequer saber se esse algo chegaria. Como com os personagens de "Esperando Godot", a peça de Beckett cuja leitura me causou uma terrível aflição!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, foram vários anos de tentativa, nem sempre bem-sucedida, mas tem valido a pena. Já consigo desacelerar certos momentos, alongá-los no tempo. É reconfortante pensar que isto já acontecia também espontaneamente, pois acabam sendo essas as horas mais expressivas da nossa existência, como no terceiro ato de "Nossa Cidade", quando Emily escolhe um dia "pouco importante" para ser revisitado e se emociona por não ter prestado atenção a ele quando estava viva, citando mais uma peça teatral. São os momentos em que a vida acontece!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos no dia 17 de janeiro, mas a desaceleração das atividades faz parecer que já se foi uma eternidade desde a entrada do ano, por um lado. Por outro, não vejo o tempo passar, tamanha é minha concentração no instante que estou vivendo. Bom assim. Não anseio pelo que espero e o que espero chega mais rápido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-4798492549990664882?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/4798492549990664882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=4798492549990664882&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/4798492549990664882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/4798492549990664882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/memrias.html' title='Memórias'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-4815737922810679327</id><published>2008-01-12T00:40:00.002-02:00</published><updated>2010-10-14T17:04:25.226-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Chuva, doce chuva</title><content type='html'>Uma das poucas coisas que automaticamente me deixam bem é uma chuva depois de um dia de quase quarenta graus. Lá vou eu de novo, mas é que é verdade. Essa era uma das coisas boas do Natal. Um dia perfeito de verão é aquele em que se arma uma tempestade. Já começa com a ventania e as nuvens que se fecham, os redemoinhos de folhas e os cabelos voando. Se estiver de mau humor, passa na hora. Se estiver triste, fico serena. Se estiver alegre, fico eufórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo disso é porque sinto-me mal no calor excessivo, e Araçatuba, minha cidade natal, é a sucursal do inferno, ou seja, trinta e tantos graus é a temperatura média do ano inteiro. A chuva alivia, refresca, descansa. Gosto de sentir os primeiros pingos no corpo e depois entrar em casa e ficar espiando pela janela enquanto ela molha o jardim, as ruas, os carros e as pessoas que passam correndo pra fugir dela. Quando criança, ainda tinha o prazer de brincar na enxurrada que se formava na esquina de casa quando a chuva parava, quase um rio descendo pela Rua Bandeirantes. Depois eu ficava com o pé sujo de piche e dava um trabalhão pra tirar, mas ia assim mesmo. Nunca peguei nem um resfriado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas chuva é imagem fortíssima pra todo mundo, claro. O hexagrama número nove do I Ching associa a chuva que cai com o repouso que chega, a conclusão bem-sucedida de uma situação de tensão, alcançada através da ação penetrante do vento, que significa o aperfeiçoamento. Mas às vezes o significado é o oposto, como no versículo bíblico que diz que quem semeia ventos colhe tempestades. Obviamente, identifico-me mais com a primeira interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que os esquimós possuem inúmeras palavras para descrever a neve. Que temos nós para chuva? Chuva, chuvisco, chuvisqueiro, borrasca, toró, tempestade, garoa, aguaceiro, dilúvio. Não são muitas não. No fim das contas, temos que usar mesmo é um adjetivo: chuva fina, chuva mansa, chuva fria, chuva boa, chovendo canivetes e por aí vai... Pois então, a minha favorita é a pesada de verão, forte, que molha tudo, cria rios e lagos e pára completamente deixando um cheiro de terra ou asfalto molhado no ar e uma brisa suave, fresca e bem agradável que diz que agora está tudo bem, tudo dando certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe passou seu último verão no hospital, um calor dos diabos, primeiro só com ventilador, depois com o ar-condicionado. Depois de ficar a tarde inteira com ela, voltava pra casa preocupada em regar o jardim, pois ela ficaria chateada se eu deixasse a grama morrer. Na tarde em que ela se foi, choveu muito, muito mesmo! A árvore perto da janela do seu quarto partiu-se em duas: uma parte ficou em pé, a outra caiu no chão. Disse pra Fernanda, minha irmã, que essa imagem num texto literário seria considerada um clichê, banal, mas foi exatamente assim que aconteceu. Ela partiu em grande estilo! E num dia de chuva torrencial, do jeito que eu gosto, pra me dizer que não me preocupasse, que tudo ficaria bem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-4815737922810679327?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/4815737922810679327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=4815737922810679327&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/4815737922810679327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/4815737922810679327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/chuva-doce-chuva.html' title='Chuva, doce chuva'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-3897465087464068837</id><published>2008-01-07T01:47:00.001-02:00</published><updated>2010-10-14T17:06:28.314-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>2008 é o ano</title><content type='html'>De acordo com os budistas, a felicidade é o fruto da ausência do desejo. Se assim for, 2008 é o ano em que vou ser feliz. Apesar dos muitos planos e expectativas, não me lembro de me sentir tão indiferente quanto ao que há de ser. E já vou me desligar deste pensamento, pra não começar a desejá-lo também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-3897465087464068837?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/3897465087464068837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=3897465087464068837&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/3897465087464068837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/3897465087464068837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/2008-o-ano.html' title='2008 é o ano'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-2650188138176751415</id><published>2008-01-04T23:48:00.002-02:00</published><updated>2010-12-04T01:20:53.715-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='natal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Natal</title><content type='html'>Fim de ano lá em casa era uma festa pra mim. Antes de mais nada, porque entrava em férias, podia acordar na hora que quisesse e passar o dia inteiro dentro de casa lendo, assistindo televisão, tocando piano ou escutando música. Mas não chegava a fazer nada disso. Não em dezembro. Isto porque, logo no início do mês, começávamos a preparar o Natal. Eu me dedicava a colocar nossas coisas em ordem, limpando e arrumando a bagunça do ano inteiro. Minha mãe tirava a decoração das caixas e ia espalhando pela casa. Depois me chamava pra ver. Eram anjos de cartolina, sininhos, guirlandas em papel vermelho brilhante feitas com pinha e bolas de Natal e outros tantos símbolos tradicionais. Ela adorava tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias tocava um disco de Natal. Sempre as mesmas músicas em versões as mais variadas possíveis. Piano, Big Bands, conjuntos musicais típicos da década de setenta, cantores solistas e coros. Ah, muitos coros! Minha mãe era apaixonada pelo coro. Todos os anos eu ouvia a mesma história dos concertos de Natal do coro da Igreja Metodista de Lins, onde minha mãe cantava contralto e atuava como organista. Sobre como as becas foram costuradas seguindo o modelo de beca de uma escola do Rio de Janeiro. Como um  radialista muito conhecido se encantou com o coro quando se apresentaram pela primeira vez no auditório da Rádio. Como a regente, dona Déa Affini, havia melhorado o desempenho dos cantores e transformado o concerto num evento para toda a cidade. E como.... e por aí vai! Eu ficava ouvindo e imaginando a delícia que devia ser participar de algo assim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então chegava a vez da árvore. Quando éramos bem crianças, ela reservava um enfeite para cada um de nós pendurar. Mais tarde, assumi essa função, pois só eu continuava entusiasmada com a tarefa. Lá pelos meados do mês vinha a clássica pergunta: Flávia, você não vai montar a árvore de Natal? Lá ia eu colocar um disco como trilha sonora e passar a tarde me esforçando pra deixar bonita a velha árvore desmilingüida, comprada no meu primeiro aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, já em Porto Alegre, o interesse dela começara a diminuir. Mantinha o ritual todo como uma tradição, mas não parecia tão alegre como antes. Mesmo assim, a clássica pergunta se repetia infalivelmente, agora com um acréscimo: Flávia, quando é que vocês vão começar a ensaiar as músicas de Natal?, referindo-se ao meu coro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo dia 17 completam-se dois anos da sua morte. Passei a maior parte desse tempo meio anestesiada, como se ela estivesse apenas visitando minha avó em São Paulo e estivesse pra voltar a qualquer momento. Em 2006, as festas de fim de ano foram obscurecidas pelas idas e vindas da CTI onde meu pai ficou internado por quatro meses. Mas neste último Natal, a ausência dela foi enorme. Não decorei a casa, não montei a árvore, não ouvi nem cantei as canções de Natal que tanto gosto. Não tive vontade. Não veio sequer uma nostalgia da infância. Penso que foi por ser realmente a primeira vez que celebramos esta festa sem ela. Que nos próximos anos voltarei a sentir a mesma alegria de antigamente. Assim espero. Graças a tudo isso, o Natal sempre teve um grande significado pra mim. Não gostaria de perdê-lo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-2650188138176751415?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/2650188138176751415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=2650188138176751415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2650188138176751415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/2650188138176751415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/natal.html' title='Natal'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-8441928974008526448</id><published>2008-01-02T01:19:00.001-02:00</published><updated>2010-10-14T17:10:04.362-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Ano Novo</title><content type='html'>Então 2008 chegou. Dizer que o ano passado trouxe muitas mudanças não chega a ser significativo. Pelo que me lembro, posso dizer o mesmo de quase todos os anos passados, ainda que as mudanças  não tenham sido externas, aparentes, contabilizáveis. Mas o somatório destas mudanças me levaram para tão longe de onde eu comecei nesta vida que já não me recordo de quando foi que dei o primeiro passo. Não falo de mudanças compulsórias, da passagem de infância para adolescência ou idade adulta (e paramos por aí...), mas das mudanças que procuro fazer conscientemente na minha trajetória interna, na minha maneira de ver a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque desde sempre me senti como essa nota desafinada num acorde, eu sempre tentando afiná-la e o acorde sempre modulando. Quando chegava, já não era mais ali que devia estar, não era mais aquilo que devia fazer e, pior, todos já tinham ido embora... Psicologia, astrologia, meditação, auto-análise e até terapia, tudo pra me achar e achar meu canto neste mundo, e o mundo girando depressa demais. Celebrei meus quarenta com um currículo de vinte. Tá certo, vinte bem ampliados, alongados no tempo, mas ainda sim, com a perspectiva dos vinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou não. Ainda quero as mesmas coisas que queria, ainda não conquistei nem metade delas! E ainda me acontecem as mesmas situações, os mesmos nós, as mesmas dificuldades. Mas algo mudou por dentro. Parece que estou mais leve. Aos vinte anos, eu tinha toda minha vida pela frente e me desesperava como se ela fosse acabar no dia seguinte. Agora que os prazos começam a se fechar, minha sensação é a de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ter &lt;/span&gt;a vida inteira pela frente. Celebrei meus quarenta com a certeza de que começara finalmente a rejuvenescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que todos que chegam aos quarenta se sentem assim? Ou será que esta sensação é fruto de todo meu esforço em afinar minha nota? Se for, então posso dizer que construí algo, realizei alguma coisa, ainda que invisível aos olhos das pessoas, mas extremamente sólido e importante para mim. Existe uma historinha zen onde o Mestre pergunta ao discípulo quem ele é, rejeitando todas as respostas recebidas - nome, profissão, filiação, nacionalidade e outros tantos meios que usamos para nos identificar - pois nenhuma delas definia a totalidade do que realmente somos. Então qualificar realização pessoal por rótulos que o mundo nos cobra também é um modo de limitar nossa totalidade. Se cada um de nós tem uma trajetória pessoal e intransferível então não há nenhum modelo de existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era pequena, não conseguia visualizar meu próprio rosto na minha imaginação. Sério, isto começou a me incomodar, pois via todo mundo em meus pensamentos, mas não conseguia colocar a mim mesma dentro do quadro. Eu era sempre a câmera. Lembro-me da primeira vez que consegui me enxergar: foi numa tarde de julho de 1985, numa aula de biologia do professor Miltinho, lá no Unificado da Alberto Bins, duas semanas antes do vestibular da PUC. Fiquei tão surpresa que não prestei mais atenção na aula. De lá pra cá, os flashes foram aumentando e hoje consigo me ver claramente em meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas considerações sobre este fato são variadas. Acho que reflete o auto-conhecimento que conquistei. Também tem sido mais fácil me afastar dos meus problemas e enxergá-los como se fossem de outra pessoa. Mas o melhor mesmo é que, já que na minha cabeça posso participar do meu filme como atriz principal, ultimamente venho escrevendo os roteiros que mais me agradam e espero que ao menos alguns deles estejam dentro do orçamento que Deus reservou pra mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-8441928974008526448?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/8441928974008526448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=8441928974008526448&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8441928974008526448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/8441928974008526448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2008/01/ano-novo.html' title='Ano Novo'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3691076179047863754.post-5704296050701753040</id><published>2007-12-27T00:23:00.002-02:00</published><updated>2010-10-14T17:11:24.140-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><title type='text'>Da primeira vez</title><content type='html'>Da primeira vez que escrevi um blog, estava com uns 10 anos de idade e o nome era diário. Não se compartilhavam diários, eram escritos pessoais. Não continham segredos escabrosos nem textos literários memoráveis. Eram apenas um espaço para armazenar o que se passava na cabeça. Por muitos anos escrevi estes diários, que cresceram comigo. Foram meus amigos. Foram meus analistas. Foram minha memória do instante preciso, da emoção do momento, do problema em carne viva. E depois, arquivos de coisas que já haviam perdido a relevância. Então parei. Foi necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henri Bergson escreve: "Nossa personalidade é precisamente isso: a contínua melodia de nossa vida interior." Foi para apreender esta melodia que sempre escrevi. Achei que estava na hora de voltar a escutá-la. Por quê na Internet? Eu ainda não sei bem, pra ficar na moda, quem sabe? Então pode até ser que eu não vá muito adiante. Para compartilhar o que até agora foi só meu, meus pensamentos? Talvez. Não sei se são interessantes pra mais alguém, mas não faz muita diferença neste instante, porque escrever sozinha na tela de um computador acaba sendo bem parecido com escrever sozinha no silêncio do meu quarto. Então vá lá, cá estou. Como da primeira vez, cheia de expectativas com a nova experiência. Desta vez, por um outro nome.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3691076179047863754-5704296050701753040?l=porumoutronome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porumoutronome.blogspot.com/feeds/5704296050701753040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3691076179047863754&amp;postID=5704296050701753040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/5704296050701753040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3691076179047863754/posts/default/5704296050701753040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porumoutronome.blogspot.com/2007/12/dfg.html' title='Da primeira vez'/><author><name>Flávia Furquim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09370246032548938159</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_FPFNqorMnqg/S7_kgpB_-TI/AAAAAAAAAV0/CKObnLpqSno/S220/foto+3x4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
